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Inovação pedagógica e inclusão no primeiro ciclo : estudo de caso : criança com transtorno espectro autista

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho traz como objetivo acompanhar práticas de inovações pedagógicas vivenciadas numa escola do Norte – Portugal, apresentando um estudo de caso que nos fará refletir e analisar rotinas e ações educativas que favorecem a inclusão escolar e social de crianças com Transtorno Espectro Autista. Com base neste trabalho estudamos também a implementação do Decreto-Lei n.º 54/2018, como direito à inclusão escolar e social. O Decreto-Lei traz-nos possibilidades de reflexões que impulsionam a busca na aprendizagem de ações dentro e fora da escola, favorecendo os estímulos e potencialidades destas crianças desde o primeiro ciclo. Neste processo buscaremos, identificaremos caminhos de inclusão por acreditar que a escola é um dos ambientes favoráveis à inclusão escolar/social que amplia as possibilidades quanto ao desenvolvimento humano. Neste cenário, refletimos a profissão do Educador Social, pois este é o profissional que está para acolher e intervir junto às pessoas e grupos sociais garantindo junto a outros pares práticas de relações humanas e dos Direitos Humanos. É na escola que se geram oportunidades distintas de aprendizagem e, simultaneamente, se favorece e promove desenvolvimento e a valorização de projetos de vida positivos e sustentáveis. O avigoramento das sociedades de bem-estar implicar a participação de todos na/para a construção de uma educação autêntica, mais, ainda, quando pensamos em crianças e jovens com necessidades educativas; no caso, com Transtorno Espectro Autista e, portanto, necessidade de uma atenção e cuidado ético. A máxima que nos move e que perpassa todo o trabalho de investigação, inscreve-se no quadro dos desafios emergentes das novas sociedades e da prerrogativa da escola inclusive, flexível e para todos. Promover o desenvolvimento humano é assumir processos de aprendizagem dialógicas, priorizando o trabalho colaborativo e práticas de inovações pedagógicas.
Autores principais:França, Débora Rute de Araújo Santos de
Assunto:Escola Inclusão Autista Inovação pedagógica Bem-estar School Inclusion Autistic Pedagogical innovation Well-being
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Este trabalho traz como objetivo acompanhar práticas de inovações pedagógicas vivenciadas numa escola do Norte – Portugal, apresentando um estudo de caso que nos fará refletir e analisar rotinas e ações educativas que favorecem a inclusão escolar e social de crianças com Transtorno Espectro Autista. Com base neste trabalho estudamos também a implementação do Decreto-Lei n.º 54/2018, como direito à inclusão escolar e social. O Decreto-Lei traz-nos possibilidades de reflexões que impulsionam a busca na aprendizagem de ações dentro e fora da escola, favorecendo os estímulos e potencialidades destas crianças desde o primeiro ciclo. Neste processo buscaremos, identificaremos caminhos de inclusão por acreditar que a escola é um dos ambientes favoráveis à inclusão escolar/social que amplia as possibilidades quanto ao desenvolvimento humano. Neste cenário, refletimos a profissão do Educador Social, pois este é o profissional que está para acolher e intervir junto às pessoas e grupos sociais garantindo junto a outros pares práticas de relações humanas e dos Direitos Humanos. É na escola que se geram oportunidades distintas de aprendizagem e, simultaneamente, se favorece e promove desenvolvimento e a valorização de projetos de vida positivos e sustentáveis. O avigoramento das sociedades de bem-estar implicar a participação de todos na/para a construção de uma educação autêntica, mais, ainda, quando pensamos em crianças e jovens com necessidades educativas; no caso, com Transtorno Espectro Autista e, portanto, necessidade de uma atenção e cuidado ético. A máxima que nos move e que perpassa todo o trabalho de investigação, inscreve-se no quadro dos desafios emergentes das novas sociedades e da prerrogativa da escola inclusive, flexível e para todos. Promover o desenvolvimento humano é assumir processos de aprendizagem dialógicas, priorizando o trabalho colaborativo e práticas de inovações pedagógicas.

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