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A produção cinematográfica no contexto académico

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Resumo:O cinema americano proveniente de Hollywood, é o cinema mais visto no mundo. A sua influência não conhece fronteiras, os orçamentos atingem limites, quebram recordes, e os lucros financeiros são astronómicos. É de lá que surgem as estrelas de cinema mundiais, é para lá que vão aqueles que querem ser estrelas. No entanto, a origem das influências de Hollywood está directamente relacionada com a criação e ascensão do próprio país, que tal como o cinema, descende do velho continente, a Europa. Como emergiu o cinema de Hollywood? Quais foram os agentes responsáveis pelo seu domínio, e quais as consequências para a Europa e o seu cinema? Paralelamente a esta batalha cinematográfica, cultural, e económica, surge o cinema português, acorrentado, reprimido, sem possibilidades de sucesso face ao regime ditatorial que se viveu em Portugal até 1974. Como recuperou o cinema português, e como geriu a sua repentina liberdade? Como se formou o seu público, e que resumo social determinou a divisão interna do cinema português, permitindo o domínio da cultura americana em Portugal? Esta dissertação pretende encontrar os paralelismos entre estes acontecimentos socioculturais, definir o estado em que se encontra o cinema em Portugal, e o funcionamento dos órgão de financiamento que suportam a frágil estrutura estabelecida no país, assim como o papel do produtor no contexto cinematográfico português, e possíveis soluções para a criação de condições sólidas e fidedignas. Pretende da mesma forma relacionar-se com o Projecto Final de Mestrado em Som e Imagem, especialização em Cinema e Audiovisual, no âmbito da curta-metragem de ficção “Manifesto dos Danados”, em que assumi o cargo de produtor, assim como visa escrutinar esse papel num contexto académico, procurando problemas e apresentando soluções para se poder fazer cinema independente.
Autores principais:Tavares, Diogo Alçada Quaresma Fernandes
Assunto:Cinema português Cinema europeu Cinema de Hollywood Produção cinematográfica Cinema académico Estratégias Desafios Soluções Cinema comercial Cinema de autor Manifesto dos Danados Apoios financeiros
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:O cinema americano proveniente de Hollywood, é o cinema mais visto no mundo. A sua influência não conhece fronteiras, os orçamentos atingem limites, quebram recordes, e os lucros financeiros são astronómicos. É de lá que surgem as estrelas de cinema mundiais, é para lá que vão aqueles que querem ser estrelas. No entanto, a origem das influências de Hollywood está directamente relacionada com a criação e ascensão do próprio país, que tal como o cinema, descende do velho continente, a Europa. Como emergiu o cinema de Hollywood? Quais foram os agentes responsáveis pelo seu domínio, e quais as consequências para a Europa e o seu cinema? Paralelamente a esta batalha cinematográfica, cultural, e económica, surge o cinema português, acorrentado, reprimido, sem possibilidades de sucesso face ao regime ditatorial que se viveu em Portugal até 1974. Como recuperou o cinema português, e como geriu a sua repentina liberdade? Como se formou o seu público, e que resumo social determinou a divisão interna do cinema português, permitindo o domínio da cultura americana em Portugal? Esta dissertação pretende encontrar os paralelismos entre estes acontecimentos socioculturais, definir o estado em que se encontra o cinema em Portugal, e o funcionamento dos órgão de financiamento que suportam a frágil estrutura estabelecida no país, assim como o papel do produtor no contexto cinematográfico português, e possíveis soluções para a criação de condições sólidas e fidedignas. Pretende da mesma forma relacionar-se com o Projecto Final de Mestrado em Som e Imagem, especialização em Cinema e Audiovisual, no âmbito da curta-metragem de ficção “Manifesto dos Danados”, em que assumi o cargo de produtor, assim como visa escrutinar esse papel num contexto académico, procurando problemas e apresentando soluções para se poder fazer cinema independente.

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