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Capacitação dos colaboradores da Câmara Municipal de Vila Real sobre suporte básico de vida: relação com a autoeficácia

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Resumo:O presente relatório enquadra-se no desenvolvimento da unidade curricular Estágio e Relatório do Mestrado em Enfermagem Comunitária da Escola Superior de Saúde da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que decorreu de 14 de setembro de 2015 a 29 de janeiro de 2016 e visava o desenvolvimento de competências específicas no âmbito da Enfermagem Comunitária. No decurso do mesmo desenvolvemos um estudo empírico intitulado “Capacitação dos colaboradores da Câmara Municipal de Vila Real sobre suporte básico de vida: relação com a autoeficácia”. As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte não só em Portugal, mas também na Europa e na maioria dos países desenvolvidos. Neste sentido, é importante qualificar a população leiga em suporte básico de vida para assegurar as condições para a intervenção de primeira linha, antes da chegada dos meios de socorro profissional. A rapidez no socorro à vítima de paragem cardiorrespiratória pode representar a diferença entre a sobrevivência ou não, e, em caso de sobrevivência pode minimizar a ocorrência de sequelas. O presente estudo teve como objetivo avaliar os conhecimentos antes e após o projeto de intervenção “capacitar para salvar” e as competências após a implementação do mesmo e a relação entre autoeficácia geral e os conhecimentos e competências sobre suporte básico de vida (SBV). Foi realizado um estudo descritivo longitudinal, quase experimental de abordagem quantitativa. Participaram no estudo 97 colaboradores da Câmara Municipal de Vila Real. Para a recolha de dados utilizou-se um questionário, sendo a primeira parte de caracterização sociodemográfica e a segunda integrava questões relativas à avaliação de conhecimentos sobre SBV e a escala de autoeficácia de Bandura. Para a avaliação de competência sobre SBV foi utilizada uma grelha de observação. Tendo em conta os resultados obtidos, o projeto de intervenção “Capacitar para Salvar” contribuiu para a aquisição de conhecimentos em SBV. Quanto às competências sobre SBV evidenciou-se a necessidade de reforçar o processo formativo, pois algumas relacionadas com a execução de determinados procedimentos foram menos desenvolvidas pelos participantes. Não se constatou relação entre a autoeficácia geral e os conhecimentos e competências sobre SBV.
Autores principais:Carril, Márcia Filipa Batista
Assunto:suporte básico de vida conhecimentos
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O presente relatório enquadra-se no desenvolvimento da unidade curricular Estágio e Relatório do Mestrado em Enfermagem Comunitária da Escola Superior de Saúde da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que decorreu de 14 de setembro de 2015 a 29 de janeiro de 2016 e visava o desenvolvimento de competências específicas no âmbito da Enfermagem Comunitária. No decurso do mesmo desenvolvemos um estudo empírico intitulado “Capacitação dos colaboradores da Câmara Municipal de Vila Real sobre suporte básico de vida: relação com a autoeficácia”. As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte não só em Portugal, mas também na Europa e na maioria dos países desenvolvidos. Neste sentido, é importante qualificar a população leiga em suporte básico de vida para assegurar as condições para a intervenção de primeira linha, antes da chegada dos meios de socorro profissional. A rapidez no socorro à vítima de paragem cardiorrespiratória pode representar a diferença entre a sobrevivência ou não, e, em caso de sobrevivência pode minimizar a ocorrência de sequelas. O presente estudo teve como objetivo avaliar os conhecimentos antes e após o projeto de intervenção “capacitar para salvar” e as competências após a implementação do mesmo e a relação entre autoeficácia geral e os conhecimentos e competências sobre suporte básico de vida (SBV). Foi realizado um estudo descritivo longitudinal, quase experimental de abordagem quantitativa. Participaram no estudo 97 colaboradores da Câmara Municipal de Vila Real. Para a recolha de dados utilizou-se um questionário, sendo a primeira parte de caracterização sociodemográfica e a segunda integrava questões relativas à avaliação de conhecimentos sobre SBV e a escala de autoeficácia de Bandura. Para a avaliação de competência sobre SBV foi utilizada uma grelha de observação. Tendo em conta os resultados obtidos, o projeto de intervenção “Capacitar para Salvar” contribuiu para a aquisição de conhecimentos em SBV. Quanto às competências sobre SBV evidenciou-se a necessidade de reforçar o processo formativo, pois algumas relacionadas com a execução de determinados procedimentos foram menos desenvolvidas pelos participantes. Não se constatou relação entre a autoeficácia geral e os conhecimentos e competências sobre SBV.

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