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Expressões de terror na literatura portuguesa do século XX: Mário de Sá-Carneiro e Florbela Espanca

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Para Jess Nevins, a definição mais comum de terror apresenta o género como maleável, capaz de se inserir noutros géneros com apenas uma condição, a de provocar medo e inquietação no leitor. Porém, Nevins vai mais longe, incluindo, também, textos em que provocar terror não é a principal finalidade, ou não era, de todo, a finalidade original. Nevins alicerça a sua teoria na primazia da interpretação do leitor sobre a intenção do autor, tornando o terror algo acidental e possível num texto não originalmente concebido com esse intuito. Partiremos desta consideração para analisar «Loucura…» (1912), de Mário de Sá-Carneiro e «A Morta» (1931), de Florbela Espanca como textos que expressam terror.
Autores principais:Sá, Patrícia
Assunto:Mário de Sá-Carneiro Florbela Espanca Loucura... A Morta Terror Fantástico
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Para Jess Nevins, a definição mais comum de terror apresenta o género como maleável, capaz de se inserir noutros géneros com apenas uma condição, a de provocar medo e inquietação no leitor. Porém, Nevins vai mais longe, incluindo, também, textos em que provocar terror não é a principal finalidade, ou não era, de todo, a finalidade original. Nevins alicerça a sua teoria na primazia da interpretação do leitor sobre a intenção do autor, tornando o terror algo acidental e possível num texto não originalmente concebido com esse intuito. Partiremos desta consideração para analisar «Loucura…» (1912), de Mário de Sá-Carneiro e «A Morta» (1931), de Florbela Espanca como textos que expressam terror.

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