Publicação
Vertigem pós-trauma
| Resumo: | A vertigem pós-traumática não constitui uma entidade clínica, no entanto, define uma manifestação comum a um conjunto heterogéneo de lesões labirínticas e cerebrais decorrentes de traumatismos cranianos, cervicais ou barotraumatismos. Várias têm sido as fisiopatologias propostas para explicar esta alteração da via vestibular, tanto a nível central como a nível periférico, distinguindo-se ainda mecanismos imediatos (Vertigem Posicional Paroxística Benigna, Concussão labiríntica, Fístula perilinfática, Fratura do rochedo, Disfunção otolítica) e mecanismos tardios (Doença de Ménière, Vertigem cervicogénica). Esta condição médica não é fatal no entanto acarreta significativa morbilidade, diminuindo em muito a qualidade de vida dos doentes quando não tratada ou quando o seu tratamento não é adequado. Esta situação clínica adquire especial importância do ponto de vista médico-legal devido às compensações de danos e às declarações de incapacidade no contexto laboral. Assim, é fulcral não só conhecer os mecanismos fisiopatológicos de vertigem pós-traumática nos diferentes tipos de trauma, mas também compreender as circunstâncias exatas do trauma para que seja possível o estabelecimento de um nexo de causalidade, importantíssimo a nível judicial. |
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| Autores principais: | Gomes, Marisa Marques |
| Assunto: | Vertigem Trauma Vertigem pós-trauma Vertigem pós-traumática Otorrinolaringologia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A vertigem pós-traumática não constitui uma entidade clínica, no entanto, define uma manifestação comum a um conjunto heterogéneo de lesões labirínticas e cerebrais decorrentes de traumatismos cranianos, cervicais ou barotraumatismos. Várias têm sido as fisiopatologias propostas para explicar esta alteração da via vestibular, tanto a nível central como a nível periférico, distinguindo-se ainda mecanismos imediatos (Vertigem Posicional Paroxística Benigna, Concussão labiríntica, Fístula perilinfática, Fratura do rochedo, Disfunção otolítica) e mecanismos tardios (Doença de Ménière, Vertigem cervicogénica). Esta condição médica não é fatal no entanto acarreta significativa morbilidade, diminuindo em muito a qualidade de vida dos doentes quando não tratada ou quando o seu tratamento não é adequado. Esta situação clínica adquire especial importância do ponto de vista médico-legal devido às compensações de danos e às declarações de incapacidade no contexto laboral. Assim, é fulcral não só conhecer os mecanismos fisiopatológicos de vertigem pós-traumática nos diferentes tipos de trauma, mas também compreender as circunstâncias exatas do trauma para que seja possível o estabelecimento de um nexo de causalidade, importantíssimo a nível judicial. |
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