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Prefácio a José António Afonso. Protestantismo e Educação.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em Protestantismo e Educação. História de um projecto pedagógico alternativo em Portugal na transição do Séc. XIX, Martin Afonso propõe-se dar a conhecer a emergência e desenvolvimento das comunidades protestantes ou evangélicas em Portugal, e argumenta que tal movimento constituiu uma alternativa desenvolvimentista. Data de meados do século XIX a organização em Portugal das primeiras comunidades «acatólicas», fundadas por missionários anglicanos, presbiterianos, metodistas, baptistas. Em pouco tempo, a pregação e a difusão editorial abriram lugar a outro tipo de iniciativas: Escolas Dominicais; Uniões Cristãs da Mocidade; Ligas de Esforço Cristão; escotismo. As experiências concretas estudadas por Martin Afonso são a fundação da Igreja Lusitana e a acção de Diogo Cassels na zona de Vila Nova de Gaia, muito especificamente na Escola de Torne. Após dar a conhecer as experiências protestantes de inspiração anglicana (que, por meados do século XIX ocorreram no Funchal, em Lisboa e no Porto), o autor concentra-se no movimento que, tendo tido início na década de sessenta, se prolongou até aos anos trinta do século XX. Martin Afonso elaborou um trabalho rigoroso, criativo e profusamente documentado que, através de um cuidado labor discursivo, resgata uma parte da História de Portugal que continuava, inadvertida ou intencionalmente, mergulhada no esquecimento.
Autores principais:Magalhães, Justino
Assunto:Protestantismo Escola de Torne Educação Projecto Pedagógico Alternativo Diogo Cassels
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em Protestantismo e Educação. História de um projecto pedagógico alternativo em Portugal na transição do Séc. XIX, Martin Afonso propõe-se dar a conhecer a emergência e desenvolvimento das comunidades protestantes ou evangélicas em Portugal, e argumenta que tal movimento constituiu uma alternativa desenvolvimentista. Data de meados do século XIX a organização em Portugal das primeiras comunidades «acatólicas», fundadas por missionários anglicanos, presbiterianos, metodistas, baptistas. Em pouco tempo, a pregação e a difusão editorial abriram lugar a outro tipo de iniciativas: Escolas Dominicais; Uniões Cristãs da Mocidade; Ligas de Esforço Cristão; escotismo. As experiências concretas estudadas por Martin Afonso são a fundação da Igreja Lusitana e a acção de Diogo Cassels na zona de Vila Nova de Gaia, muito especificamente na Escola de Torne. Após dar a conhecer as experiências protestantes de inspiração anglicana (que, por meados do século XIX ocorreram no Funchal, em Lisboa e no Porto), o autor concentra-se no movimento que, tendo tido início na década de sessenta, se prolongou até aos anos trinta do século XX. Martin Afonso elaborou um trabalho rigoroso, criativo e profusamente documentado que, através de um cuidado labor discursivo, resgata uma parte da História de Portugal que continuava, inadvertida ou intencionalmente, mergulhada no esquecimento.

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