Publicação
Hipertensão primária: abordagem terapêutica
| Resumo: | A hipertensão arterial é definida em adultos com a pressão arterial sistólica ≥ que 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica ≥ que 90 mmHg. A hipertensão arterial é um factor de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e contribui para a morte prematura. A hipertensão arterial aumenta o risco de enfarte do miocárdio, insuficiência cardíaca, doença renal e doença arterial periférica. A hipertensão arterial primária, que ocorre em 90% a 95% dos casos, é de origem multifactorial pelo que não é possível identificar uma causa única do aumento crónico da pressão arterial. O diagnóstico da hipertensão primária inclui um protocolo de estudo que requer uma análise completa de todos os dados clínicos, exames adicionais assim como a classificação da hipertensão. Relativamente ao tratamento farmacológico, existem várias classes farmacológicas entre as quais os diuréticos, os beta-bloqueadores, os bloqueadores dos canais do cálcio, os inibidores da enzima de conversão da angiotensina e os antagonistas dos receptores da angiotensina II. O tratamento farmacológico pode ser feito em monoterapia ou através da associação de medicamentos de classes farmacológicas diferentes. O farmacêutico tem, assim, um papel bastante importante junto dos doentes com hipertensão primária. O papel do farmacêutico na abordagem da hipertensão primária pode ser relevante tanto na detecção da hipertensão através do rastreio, como no seguimento a longo prazo dos doentes com hipertensão. |
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| Autores principais: | Orvalho, Helena Isabel Rebocho |
| Assunto: | Hipertensão primária Tratamento anti-hipertensor Guidelines Pressão arterial Mestrado Integrado - 2017 |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A hipertensão arterial é definida em adultos com a pressão arterial sistólica ≥ que 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica ≥ que 90 mmHg. A hipertensão arterial é um factor de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e contribui para a morte prematura. A hipertensão arterial aumenta o risco de enfarte do miocárdio, insuficiência cardíaca, doença renal e doença arterial periférica. A hipertensão arterial primária, que ocorre em 90% a 95% dos casos, é de origem multifactorial pelo que não é possível identificar uma causa única do aumento crónico da pressão arterial. O diagnóstico da hipertensão primária inclui um protocolo de estudo que requer uma análise completa de todos os dados clínicos, exames adicionais assim como a classificação da hipertensão. Relativamente ao tratamento farmacológico, existem várias classes farmacológicas entre as quais os diuréticos, os beta-bloqueadores, os bloqueadores dos canais do cálcio, os inibidores da enzima de conversão da angiotensina e os antagonistas dos receptores da angiotensina II. O tratamento farmacológico pode ser feito em monoterapia ou através da associação de medicamentos de classes farmacológicas diferentes. O farmacêutico tem, assim, um papel bastante importante junto dos doentes com hipertensão primária. O papel do farmacêutico na abordagem da hipertensão primária pode ser relevante tanto na detecção da hipertensão através do rastreio, como no seguimento a longo prazo dos doentes com hipertensão. |
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