Publicação
A internacionalização das Born Globals : o caso de duas empresas portuguesas
| Resumo: | O presente trabalho visa compreender o processo de internacionalização das designadas born globals. Estas caraterizam-se pela internacionalização precoce, abordando o mercado externo numa perspetiva diferente do modelo de Uppsala. O estudo suporta-se numa metodologia de natureza qualitativa, em dois estudos de caso de born globals portuguesas do setor das tecnologias de informação. A evidência empírica realçou a importância do empreendedor e das redes de relacionamento no processo de internacionalização e crescimento dessas empresas. Apesar disso, os resultados indicam que não existe uma rutura completa com o modelo de Uppsala. Nas suas decisões de internacionalização, as empresas tendem a associar os critérios de proximidade física e psíquica com os critérios do perfil do empreendedor e das redes de relacionamento. |
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| Autores principais: | Seedat, Ássia Mahomed |
| Assunto: | Processo de Internacionalização Born Global Modelo de Uppsala Empreendedor Redes de Relacionamento Riscos de Internacionalização Internationalization Process Uppsala Model Entrepreneur Networking Risk of Internationalization |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho visa compreender o processo de internacionalização das designadas born globals. Estas caraterizam-se pela internacionalização precoce, abordando o mercado externo numa perspetiva diferente do modelo de Uppsala. O estudo suporta-se numa metodologia de natureza qualitativa, em dois estudos de caso de born globals portuguesas do setor das tecnologias de informação. A evidência empírica realçou a importância do empreendedor e das redes de relacionamento no processo de internacionalização e crescimento dessas empresas. Apesar disso, os resultados indicam que não existe uma rutura completa com o modelo de Uppsala. Nas suas decisões de internacionalização, as empresas tendem a associar os critérios de proximidade física e psíquica com os critérios do perfil do empreendedor e das redes de relacionamento. |
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