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O eu humano e a apreensão da harmonia na monadologia de Leibniz

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em dado ponto da Monadologia, Leibniz determina que os Espíritos são como “uma pequena divindade” no mundo, característica que decorre da sua capacidade de “conhecer” e “imitar” o Autor do universo, ou da harmonia preestabelecida. No entanto, a esta peculiaridade é necessário acrescentar a finitude própria destes seres, decorrente da sua condição de entes criados. Como se conciliam, então, racionalidade e finitude na possibilidade de percepção de que este é o melhor dos mundos possíveis? Ver-se-á como na óptica leibniziana é forçoso considerar o que está em causa no princípio da razão suficiente para penetrar no problema.
Autores principais:Lima, Teresa Tato
Assunto:Filosofia Leibniz, Gottfried Wilhelm, 1646-1716 - Crítica e interpretação Monadologia
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em dado ponto da Monadologia, Leibniz determina que os Espíritos são como “uma pequena divindade” no mundo, característica que decorre da sua capacidade de “conhecer” e “imitar” o Autor do universo, ou da harmonia preestabelecida. No entanto, a esta peculiaridade é necessário acrescentar a finitude própria destes seres, decorrente da sua condição de entes criados. Como se conciliam, então, racionalidade e finitude na possibilidade de percepção de que este é o melhor dos mundos possíveis? Ver-se-á como na óptica leibniziana é forçoso considerar o que está em causa no princípio da razão suficiente para penetrar no problema.

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