Publicação

Sobre a possibilidade do ensino da filosofia no ensino secundário

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O que é a filosofia? A partir de que parâmetros se poderá indicar que nos encontramos defronte da filosofia? Será esta a questão que tentaremos responder neste trabalho. Será uma tentativa de definir qual o melhor modelo educacional, clássico ou construtivista, que serve o ensino da filosofia, através de uma descrição dos processos que nos levaram a planificar e concretizar as aulas decorrentes da cadeira de IPP. O processo educativo a desenvolver deverá restringir-se a um modelo baseado na arte de decorar? Deverá assentar na autonomia do aluno e no seu desabrochamento? Ou a possibilidade da filosofia apenas é concebível no entrelaçar destes modelos? Será também uma tentativa de resposta, fruto das inquietações derivadas das perspectivas de Matthew Lipman, se a filosofia poderá restringirse apenas a um processo do uso da razão, assente numa cientificidade, esquecendo-se, para esse fim, de todos os factores que poderão ser considerados de constrangimentos, a esse raciocínio autónomo, como, por exemplo, as histórias do uso da razão e a cultura, a que qualquer ser aprendente está inserido.
Autores principais:Guerra, Emanuel Reginaldo Miragaia
Assunto:Filosofia - Estudo e ensino Ensino secundário Relatórios da Prática de Ensino Supervisionada - 2010
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O que é a filosofia? A partir de que parâmetros se poderá indicar que nos encontramos defronte da filosofia? Será esta a questão que tentaremos responder neste trabalho. Será uma tentativa de definir qual o melhor modelo educacional, clássico ou construtivista, que serve o ensino da filosofia, através de uma descrição dos processos que nos levaram a planificar e concretizar as aulas decorrentes da cadeira de IPP. O processo educativo a desenvolver deverá restringir-se a um modelo baseado na arte de decorar? Deverá assentar na autonomia do aluno e no seu desabrochamento? Ou a possibilidade da filosofia apenas é concebível no entrelaçar destes modelos? Será também uma tentativa de resposta, fruto das inquietações derivadas das perspectivas de Matthew Lipman, se a filosofia poderá restringirse apenas a um processo do uso da razão, assente numa cientificidade, esquecendo-se, para esse fim, de todos os factores que poderão ser considerados de constrangimentos, a esse raciocínio autónomo, como, por exemplo, as histórias do uso da razão e a cultura, a que qualquer ser aprendente está inserido.

Atividades financiadas

Não foram encontrados projetos financiados.