Publicação
Electrificação e cidade: entre função e ficção
| Resumo: | Podem uma barragem, uma estrada, uma ponte, um edifício, entre outros sistemas e estruturas de base tecnológica, cumprir uma função e ao mesmo tempo estarem impregnados de um imaginário? E a tal ponto que possam desencadear fascínio? Não causa estranheza a afirmação de que estruturas arquitectónicas abarcáveis pela categoria de monumento, como a antiga construção das pirâmides, os edifícios coloniais e suas manifestações de poder, ou, mais recentemente, as atingidas Twin Towers como coração da grandeza dos Estados Unidos da América, são símbolos culturais que aliam a visualidade e monumentalidade a projecções anímicas do colectivo. Mas já será um desafio a deslocação de tal deslumbramento para produtos do espirito humano cuja materialidade surge como difusa, ou em domínios onde a funcionalidade parece primordialmente evidenciada sobre as demais facetas. Neste texto privilegiamos o exemplo da electricidade, tomando como referência as usinas hidreléctricas – pretexto deste escrito. |
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| Autores principais: | Garcia, José Luís |
| Assunto: | Electrificação Património arquitectónico |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Podem uma barragem, uma estrada, uma ponte, um edifício, entre outros sistemas e estruturas de base tecnológica, cumprir uma função e ao mesmo tempo estarem impregnados de um imaginário? E a tal ponto que possam desencadear fascínio? Não causa estranheza a afirmação de que estruturas arquitectónicas abarcáveis pela categoria de monumento, como a antiga construção das pirâmides, os edifícios coloniais e suas manifestações de poder, ou, mais recentemente, as atingidas Twin Towers como coração da grandeza dos Estados Unidos da América, são símbolos culturais que aliam a visualidade e monumentalidade a projecções anímicas do colectivo. Mas já será um desafio a deslocação de tal deslumbramento para produtos do espirito humano cuja materialidade surge como difusa, ou em domínios onde a funcionalidade parece primordialmente evidenciada sobre as demais facetas. Neste texto privilegiamos o exemplo da electricidade, tomando como referência as usinas hidreléctricas – pretexto deste escrito. |
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