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Identificação das forças motrizes das alterações do uso e ocupação do solo em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em Portugal continental ocorreram grandes transições de uso e ocupação do solo (LUCC) nos últimos anos, nomeadamente ao longo das áreas costeiras onde a artificialização do solo aumentou significativamente, mas também pela elevada redução da floresta. A avaliação das LUCC é fundamental para a identificação das dinâmicas territoriais, aplicação de novos investimentos, definição de políticas de preservação: na floresta, nos solos, nas reservas de água potável, entre outros. Tendo por base as Cartas de Ocupação do Solo (COS) quantificou-se a área ocupada por cada tipo de uso e ocupação do solo (LUC) em Portugal continental para os anos de 1995, 2007 e 2010, e avaliaram-se as LUCC ao nível das NUT II. As variações de área por LUC foram cruzadas com alguns indicadores socioeconómicos e ambientais para a identificação das forças motrizes. Os resultados revelaram grandes perdas de área florestal, aumento de solos artificializados e conversões entre as diversas classes agrícolas, sendo estas explicadas por determinadas forças motrizes como por exemplo emprego e a construção de barragens.
Autores principais:Meneses, Bruno
Outros Autores:Pereira, Susana; Reis, Eusébio; Reis, Rui; Vale, Maria José
Assunto:Uso e ocupação do solo Alterações de usos e ocupação do solo Forças motrizes Portugal
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em Portugal continental ocorreram grandes transições de uso e ocupação do solo (LUCC) nos últimos anos, nomeadamente ao longo das áreas costeiras onde a artificialização do solo aumentou significativamente, mas também pela elevada redução da floresta. A avaliação das LUCC é fundamental para a identificação das dinâmicas territoriais, aplicação de novos investimentos, definição de políticas de preservação: na floresta, nos solos, nas reservas de água potável, entre outros. Tendo por base as Cartas de Ocupação do Solo (COS) quantificou-se a área ocupada por cada tipo de uso e ocupação do solo (LUC) em Portugal continental para os anos de 1995, 2007 e 2010, e avaliaram-se as LUCC ao nível das NUT II. As variações de área por LUC foram cruzadas com alguns indicadores socioeconómicos e ambientais para a identificação das forças motrizes. Os resultados revelaram grandes perdas de área florestal, aumento de solos artificializados e conversões entre as diversas classes agrícolas, sendo estas explicadas por determinadas forças motrizes como por exemplo emprego e a construção de barragens.

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