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Timor-Leste, outro rosto da história

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Resumo:Resumo: Trata-se de uma conquista dolorosa da história do Povo timorense no quadro de autodeterminação e independência, sob os impulsos do 25 de Abril português. Os timorenses organizaram-se debater sobre o processo a definir o seu próprio estatuto, desvinculado do poder colonial. Episódio que se arrastava entre facções partidárias em desentendimento, tendo o governo português manteve-se em honra da sua política e na vontade de o discutir com todas as partes envolventes serem em consenso a volta de um calendário acordado à celebração do acto de descolonização nos prinbcípios de legalidade. À época, sentia-se os efeitos da guerra fria transformaram alguns Estados da Indo- China em regime de comunismo, sendo influências receadas pelos poderes ocidentais, sentiriam-se prejudicados de interesses no Sudeste Asiático, em particular na Indonésia. Nos bastidores internacionais receavam a colónia portuguesa tornar-seia um Estado novo de regime maoista. Conhecido o novo governo português constituído, era de esquerdismo, por alguns líderes da FRETILIN serem portadores das ideologias desse regime a que Indonésia manifestaria, publicamente, o seu repúdio, declarando esfrangalhar o partido independentista. Reacção apoiada por partidos opostos a independência de Timor-Leste, reivindicando a integração do território à RI. FRETILIN proclamou a independência da colónia a 28 de Novembro de 1975, com vista a dificultar a anexação e mobilizar a comunidade internacional, responsbilizá-la criar condições a reposição da legalidade internacional no território. Indonésia invadiu o país em 7 de Dezembro de 1975, por força anexou Timor-Leste à RI. Os massacres impressionaram o mundo. A Resistência Armada, o Povo em geral e a Igreja Católica com o apoio de Portugal opunham a ocupação, sem vergarem-se as ameças durante 24 anos do cativeiro timorense. A globalização impõe novas decisões e morais aos grandes mundiais a pronunciarem-se pela razão do 30 de Agosto de 1999, como marco historicamente definitivo do reconhecimento do Timor-Leste, Estado Independente e soberano, dos alvores do III milénio. O sucesso das Nações Unidas convidou os indonésios a abandonarem o Território até 30 de Outubro do mesmo ano. A 20/5/2002, o Estado novo de Assembleia Constituinte para Parlamento Nacional, Presidência da República e Governo da República Democrática de Timor-Leste, testemunhado pelas altas figuras internacionais. De seguida, seria inserido como Estado membro das Nações Unidadas.
Autores principais:Coelho, Manuel da Silva
Assunto:Timor Leste - História - séc.20-21 Teses de mestrado - 2011
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Resumo: Trata-se de uma conquista dolorosa da história do Povo timorense no quadro de autodeterminação e independência, sob os impulsos do 25 de Abril português. Os timorenses organizaram-se debater sobre o processo a definir o seu próprio estatuto, desvinculado do poder colonial. Episódio que se arrastava entre facções partidárias em desentendimento, tendo o governo português manteve-se em honra da sua política e na vontade de o discutir com todas as partes envolventes serem em consenso a volta de um calendário acordado à celebração do acto de descolonização nos prinbcípios de legalidade. À época, sentia-se os efeitos da guerra fria transformaram alguns Estados da Indo- China em regime de comunismo, sendo influências receadas pelos poderes ocidentais, sentiriam-se prejudicados de interesses no Sudeste Asiático, em particular na Indonésia. Nos bastidores internacionais receavam a colónia portuguesa tornar-seia um Estado novo de regime maoista. Conhecido o novo governo português constituído, era de esquerdismo, por alguns líderes da FRETILIN serem portadores das ideologias desse regime a que Indonésia manifestaria, publicamente, o seu repúdio, declarando esfrangalhar o partido independentista. Reacção apoiada por partidos opostos a independência de Timor-Leste, reivindicando a integração do território à RI. FRETILIN proclamou a independência da colónia a 28 de Novembro de 1975, com vista a dificultar a anexação e mobilizar a comunidade internacional, responsbilizá-la criar condições a reposição da legalidade internacional no território. Indonésia invadiu o país em 7 de Dezembro de 1975, por força anexou Timor-Leste à RI. Os massacres impressionaram o mundo. A Resistência Armada, o Povo em geral e a Igreja Católica com o apoio de Portugal opunham a ocupação, sem vergarem-se as ameças durante 24 anos do cativeiro timorense. A globalização impõe novas decisões e morais aos grandes mundiais a pronunciarem-se pela razão do 30 de Agosto de 1999, como marco historicamente definitivo do reconhecimento do Timor-Leste, Estado Independente e soberano, dos alvores do III milénio. O sucesso das Nações Unidas convidou os indonésios a abandonarem o Território até 30 de Outubro do mesmo ano. A 20/5/2002, o Estado novo de Assembleia Constituinte para Parlamento Nacional, Presidência da República e Governo da República Democrática de Timor-Leste, testemunhado pelas altas figuras internacionais. De seguida, seria inserido como Estado membro das Nações Unidadas.

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