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Estudo sobre o uso do tempo das pessoas reformadas com 65 ou mais anos e não institucionalizadas

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Resumo:Objetivos: Este estudo tem por objetivo geral, identificar as atividades do uso do tempo das pessoas reformadas com 65 ou mais anos, não institucionalizadas, e por objetivos específicos, identificar como as pessoas mais velhas usam o tempo no dia-a-dia; verificar o uso do tempo destas pessoas antes e após a reforma; analisar a satisfação destas pessoas relativamente às atividades do uso do seu tempo; identificar quais são os fatores que influenciam o uso do tempo dos entrevistados e associar o uso do tempo dos entrevistados ao envelhecimento ativo. Metodologia: O estudo é de tipo qualitativo e foram realizadas entrevistas semiestruturadas a 14 pessoas reformadas, com 65 ou mais ano, residentes na Zona Metropolitana de Lisboa. Resultados: Neste trabalho identificaram-se 9 dimensões de atividades do uso do tempo, sendo estas as Atividades da Vida Diária (AVD), Atividades da Vida Prática (AVP), Atividades Religiosas/Espirituais, Atividades Desportivas, Atividades Cuidado com Outras Pessoas, Atividades de Lazer/Hobbies, Atividades com Familiares/Amigos e Atividades relacionadas com a Saúde. As principais atividades do uso do tempo são realizadas dentro de casa, como por exemplo, ver televisão, ler e arrumar a casa, no entanto, outras atividades como ir ao café, conviver com amigos e/ou familiares também são frequentemente mencionadas. Verificou-se que apesar da maioria dos entrevistados afirmarem estarem satisfeitos com as suas atividades estes as realizam, sobretudo, por serem atividades de caráter obrigatório e alguns referem a vontade de realizar outras atividades de lazer/hobbies, como por exemplo, viajar. Os principais fatores que influenciam a realização das atividades dos reformados são a saúde, socioeconómico e de género. E o envelhecimento ativo associa-se às atividades dos entrevistados, no sentido em que estas apresentam uma “responsabilidade individual” por partes dos participantes.
Autores principais:Pereira, Débora de Pinho
Assunto:Atividades Uso do tempo Pessoas reformadas Envelhecimento ativo Qualidade de vida Activities Time use Retired people Active aging Quality of life (QoL)
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivos: Este estudo tem por objetivo geral, identificar as atividades do uso do tempo das pessoas reformadas com 65 ou mais anos, não institucionalizadas, e por objetivos específicos, identificar como as pessoas mais velhas usam o tempo no dia-a-dia; verificar o uso do tempo destas pessoas antes e após a reforma; analisar a satisfação destas pessoas relativamente às atividades do uso do seu tempo; identificar quais são os fatores que influenciam o uso do tempo dos entrevistados e associar o uso do tempo dos entrevistados ao envelhecimento ativo. Metodologia: O estudo é de tipo qualitativo e foram realizadas entrevistas semiestruturadas a 14 pessoas reformadas, com 65 ou mais ano, residentes na Zona Metropolitana de Lisboa. Resultados: Neste trabalho identificaram-se 9 dimensões de atividades do uso do tempo, sendo estas as Atividades da Vida Diária (AVD), Atividades da Vida Prática (AVP), Atividades Religiosas/Espirituais, Atividades Desportivas, Atividades Cuidado com Outras Pessoas, Atividades de Lazer/Hobbies, Atividades com Familiares/Amigos e Atividades relacionadas com a Saúde. As principais atividades do uso do tempo são realizadas dentro de casa, como por exemplo, ver televisão, ler e arrumar a casa, no entanto, outras atividades como ir ao café, conviver com amigos e/ou familiares também são frequentemente mencionadas. Verificou-se que apesar da maioria dos entrevistados afirmarem estarem satisfeitos com as suas atividades estes as realizam, sobretudo, por serem atividades de caráter obrigatório e alguns referem a vontade de realizar outras atividades de lazer/hobbies, como por exemplo, viajar. Os principais fatores que influenciam a realização das atividades dos reformados são a saúde, socioeconómico e de género. E o envelhecimento ativo associa-se às atividades dos entrevistados, no sentido em que estas apresentam uma “responsabilidade individual” por partes dos participantes.

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