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Efeito da realidade virtual em crianças com paralisia cerebral: revisão bibliográfica

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Summary:Introdução: a realidade virtual (RV) tem sido utlizada como forma de melhorar os diferentes padrões de movimento em crianças com Paralisia Cerebral (PC). Objetivo: verificar os efeitos da utilização da RV nos défices motores em crianças com PC. Metodologia: pesquisa com palavras-chave na B-on e na base de dados Pubmed para identificar estudos publicados nos últimos 10 anos, randomizados controlados, randomizados não controlados, estudos de casos, publicados em inglês e em que se tratam os défices motores nas crianças com PC com uma idade máxima de 18 anos. Foram excluídos estudos sem texto integral disponível e nos quais foi realizado em simultâneo um outro tipo de tratamento além da RV. Resultados: foram identificados 12 artigos. Conclusão: a maioria dos estudos encontrados foram séries de estudos de caso, o que não permite a extrapolação dos resultados. E necessário efetuar mais estudos para avaliar a evidência da RV como ferramenta coadjuvante ao tratamento de fisioterapia em crianças com PC.
Main Authors:Ripert, Marie
Subject:Paralisia cerebral Realidade virtual Ambiente de reabilitação Fisioterapia Cerebral palsy Virtual reality Rehabilitation environment Physical therapy Physiotherapy
Year:2017
Country:Portugal
Document type:bachelor thesis
Access type:open access
Associated institution:Universidade Fernando Pessoa
Language:Portuguese
Origin:Repositório Institucional da Fernando Pessoa
Description
Summary:Introdução: a realidade virtual (RV) tem sido utlizada como forma de melhorar os diferentes padrões de movimento em crianças com Paralisia Cerebral (PC). Objetivo: verificar os efeitos da utilização da RV nos défices motores em crianças com PC. Metodologia: pesquisa com palavras-chave na B-on e na base de dados Pubmed para identificar estudos publicados nos últimos 10 anos, randomizados controlados, randomizados não controlados, estudos de casos, publicados em inglês e em que se tratam os défices motores nas crianças com PC com uma idade máxima de 18 anos. Foram excluídos estudos sem texto integral disponível e nos quais foi realizado em simultâneo um outro tipo de tratamento além da RV. Resultados: foram identificados 12 artigos. Conclusão: a maioria dos estudos encontrados foram séries de estudos de caso, o que não permite a extrapolação dos resultados. E necessário efetuar mais estudos para avaliar a evidência da RV como ferramenta coadjuvante ao tratamento de fisioterapia em crianças com PC.

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