Publicação
Instabilidade posterior do ombro em jogadores de andebol
| Resumo: | Objetivo: Foi o de analisar os efeitos da prática de andebol com o eventual desenvolvimento de instabilidade posterior do ombro comparando grupos de atletas com idades diferentes (sub-20 e seniores) e comparando atletas femininas com masculinos. Metodologia: Uma amostra composta por 44 jogadores foi avaliada, com recurso à goniometria das amplitudes de movimento de rotação interna e externa e de abdução, avaliação da força muscular dos rotadores externos e internos. Foi ainda avaliada a instabilidade posterior com recurso ao Jerk Test. Resultados: Foram encontradas alterações nas amplitudes de rotação demonstrando a presença de GIRD e alterações no ATM entre as atletas femininas e os atletas masculinos do escalão sub-20. Conclusão: Através da realização deste estudo e face aos resultados encontrados na amostra em estudo, concluímos que a prática desportiva ou até mesmo a idade não parecem ter influenciado a presença de instabilidade posterior do ombro. |
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| Autores principais: | Durães, Maria Isabel D’Eça Pinheiro Monteiro |
| Assunto: | Andebol Instabilidade Posterior Desporto Ombro Rotações Escápula Estabilizadores Handball Instability Posterior Sport Shoulder Rotations Shoulder blade Stabilize |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Fernando Pessoa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da Fernando Pessoa |
| Resumo: | Objetivo: Foi o de analisar os efeitos da prática de andebol com o eventual desenvolvimento de instabilidade posterior do ombro comparando grupos de atletas com idades diferentes (sub-20 e seniores) e comparando atletas femininas com masculinos. Metodologia: Uma amostra composta por 44 jogadores foi avaliada, com recurso à goniometria das amplitudes de movimento de rotação interna e externa e de abdução, avaliação da força muscular dos rotadores externos e internos. Foi ainda avaliada a instabilidade posterior com recurso ao Jerk Test. Resultados: Foram encontradas alterações nas amplitudes de rotação demonstrando a presença de GIRD e alterações no ATM entre as atletas femininas e os atletas masculinos do escalão sub-20. Conclusão: Através da realização deste estudo e face aos resultados encontrados na amostra em estudo, concluímos que a prática desportiva ou até mesmo a idade não parecem ter influenciado a presença de instabilidade posterior do ombro. |
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