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Cervicalgia e discinesia escapular, estudo eletromiográfico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objectivo: O objetivo do presente estudo é averiguar as possíveis diferenças na atividade eletromiográfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior entre os participantes que reportaram história de dor na região cervical, comparativamente aos que não reportaram dor na região cervical, assim como entre os participantes que apresentavam discinesia escapular, comparativamente aos que não apresentavam. Metodologia: integraram o estudo 41 participantes de ambos os sexos, com e sem sintomatologia álgica cervical, assim como com e sem discinesia escapular. A atividade eletromiográfica foi avaliada durante uma tarefa de abdução no plano da escápula. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas relativamente à actividade electromiogrâfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior, entre participantes com e sem cervicalgia e entre participantes com e sem discinesia escapular. Conclusão: A existência de cervicalgia, bem como de discinesia escapular não influencia a actividade elctromiogrâfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior na amostra estudada.
Autores principais:Carneiro, João
Assunto:Cervicalgia Discinesia escapular Trapézio superior Trapézio inferior Serrátil anterior Electromiografia Neck pain Scapular dyskinesia Upper trapezius Inferior trapezius Anterior serratus Electromyography
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:Objectivo: O objetivo do presente estudo é averiguar as possíveis diferenças na atividade eletromiográfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior entre os participantes que reportaram história de dor na região cervical, comparativamente aos que não reportaram dor na região cervical, assim como entre os participantes que apresentavam discinesia escapular, comparativamente aos que não apresentavam. Metodologia: integraram o estudo 41 participantes de ambos os sexos, com e sem sintomatologia álgica cervical, assim como com e sem discinesia escapular. A atividade eletromiográfica foi avaliada durante uma tarefa de abdução no plano da escápula. Resultados: Não foram observadas diferenças significativas relativamente à actividade electromiogrâfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior, entre participantes com e sem cervicalgia e entre participantes com e sem discinesia escapular. Conclusão: A existência de cervicalgia, bem como de discinesia escapular não influencia a actividade elctromiogrâfica dos músculos trapézio superior, trapézio inferior e serrátil anterior na amostra estudada.

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