Publicação
A nova igreja do Convento do Carmo de Évora: uma perspetiva da sua paisagem sonora na segunda metade do século XVII
| Resumo: | O convento do Carmo de Évora foi fundado em 1531 com o apoio do Bispo de Évora, o Cardeal Infante D. Afonso de Portugal. A casa carmelita prosperou até 1663 quando as forças militares castelhanas puseram cerco a Évora, destruindo o convento nesse processo. Mais tarde foi oferecido aos frades carmelitas o antigo palácio dos Duques de Bragança perto da Porta de Moura da cidade. O presente estudo centra-se em dois momentos importantes desta comunidade religiosa: a colocação da primeira pedra da igreja, a 6 de janeiro de 1669, e a bênção do novo templo, de 24 a 26 de junho de 1691. Durante estes eventos, vários grupos de músicos cantaram o repertório sacro litúrgico (cantochão e polifonia) e obras para-litúrgica como vilancicos. Este estudo analisa a atividade dos grupos musicais e a sua integração no cerimonial litúrgico-musical dos eventos mencionados, em termos dos indivíduos que neles tomaram parte, dos possíveis repertórios interpretados e a sua relação com os regulamentos cerimoniais. |
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| Autores principais: | Henriques, Luís |
| Assunto: | musicologia música carmelitas Évora cantochão polifonia paisagem sonora histórica |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | O convento do Carmo de Évora foi fundado em 1531 com o apoio do Bispo de Évora, o Cardeal Infante D. Afonso de Portugal. A casa carmelita prosperou até 1663 quando as forças militares castelhanas puseram cerco a Évora, destruindo o convento nesse processo. Mais tarde foi oferecido aos frades carmelitas o antigo palácio dos Duques de Bragança perto da Porta de Moura da cidade. O presente estudo centra-se em dois momentos importantes desta comunidade religiosa: a colocação da primeira pedra da igreja, a 6 de janeiro de 1669, e a bênção do novo templo, de 24 a 26 de junho de 1691. Durante estes eventos, vários grupos de músicos cantaram o repertório sacro litúrgico (cantochão e polifonia) e obras para-litúrgica como vilancicos. Este estudo analisa a atividade dos grupos musicais e a sua integração no cerimonial litúrgico-musical dos eventos mencionados, em termos dos indivíduos que neles tomaram parte, dos possíveis repertórios interpretados e a sua relação com os regulamentos cerimoniais. |
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