Publicação
Laços Que o Tempo Não Rompe: O Processo Criativo a partir do Espaço
| Resumo: | O presente relatório pretende refletir o percurso criativo e conceptual da curta-metragem Laços Que o Tempo Não Rompe (2025), baseando na temática central do espaço como impulsionador do processo criativo, ao nível da criação cinematográfica, e a sua subsequente análise narrativa, poética e emocional. A primeira parte do relatório parte do testemunho do realizador, sobre o seu processo criativo do filme a partir do espaço da Lagoa de Mira. O documento, de seguida, transita para uma reflexão teórica aprofundada sobre o espaço cinematográfico, explorando tanto a sua definição quanto a interseção entre conceitos e poética. O espaço é analisado nas suas formas de cenário e paisagem, entendendo-o como força ativa na construção da subjetividade e da memória. De seguida, dois casos de estudo são apresentados para exemplificação. A curtametragem foca-se em torno de um jovem que revive, em tempo cíclico, uma tarde passada com dois amigos, uma experiência que se revela tanto literal quanto metafórica, entre a vida, a morte e a persistência do afeto e da memória. A investigação é dividida entre a fundamentação teórica sobre o espaço no cinema e o desenvolvimento criativo e prático do projeto, da pré-produção até à pós-produção, com recurso às metodologias de realização associadas. O relatório termina com uma análise aprofundada do filme e das suas escolhas estéticas e narrativas, formulando conclusões finais a partir do projeto finalizado. O relatório articula pensamento crítico e vivência pessoal, destacando a criação de um cinema de contemplação, de tempo dilatado e de expressão emocional. Este documento pretende, assim, apresentar um percurso artístico e um contributo reflexivo sobre o papel do espaço na linguagem cinematográfica. |
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| Autores principais: | Travelho, Tomás Clemente |
| Assunto: | Espaço Cinematográfico Loop Temporal Memória Poética Processo Criativo |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | O presente relatório pretende refletir o percurso criativo e conceptual da curta-metragem Laços Que o Tempo Não Rompe (2025), baseando na temática central do espaço como impulsionador do processo criativo, ao nível da criação cinematográfica, e a sua subsequente análise narrativa, poética e emocional. A primeira parte do relatório parte do testemunho do realizador, sobre o seu processo criativo do filme a partir do espaço da Lagoa de Mira. O documento, de seguida, transita para uma reflexão teórica aprofundada sobre o espaço cinematográfico, explorando tanto a sua definição quanto a interseção entre conceitos e poética. O espaço é analisado nas suas formas de cenário e paisagem, entendendo-o como força ativa na construção da subjetividade e da memória. De seguida, dois casos de estudo são apresentados para exemplificação. A curtametragem foca-se em torno de um jovem que revive, em tempo cíclico, uma tarde passada com dois amigos, uma experiência que se revela tanto literal quanto metafórica, entre a vida, a morte e a persistência do afeto e da memória. A investigação é dividida entre a fundamentação teórica sobre o espaço no cinema e o desenvolvimento criativo e prático do projeto, da pré-produção até à pós-produção, com recurso às metodologias de realização associadas. O relatório termina com uma análise aprofundada do filme e das suas escolhas estéticas e narrativas, formulando conclusões finais a partir do projeto finalizado. O relatório articula pensamento crítico e vivência pessoal, destacando a criação de um cinema de contemplação, de tempo dilatado e de expressão emocional. Este documento pretende, assim, apresentar um percurso artístico e um contributo reflexivo sobre o papel do espaço na linguagem cinematográfica. |
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