Publicação
Distribuição do poder na governação multinível na avaliação do domínio da UE e da China em África entre 2001-2019
| Resumo: | A investigação aqui apresentada resulta da análise à distribuição do poder entre a União Europeia (UE) e a China, em África, mais concretamente a uma avaliação das ações realizadas de 2001 a 2019, por estes dois atores. O continente africano foi, ao longo dos últimos séculos, palco de ingerência externa, sobretudo por parte dos europeus. Mas a longa presença europeia em África foi sendo contestada pela China, nos últimos anos. Mas esta intervenção externa continua a acomodar, também, interesses por parte dos intervenientes. De que forma a UE e a China tem procurado salvaguardar os seus interesses no continente africano? Esta investigação procura avaliar a ação destes dois atores no continente africano e a atual distribuição do poder entre ambos. Na verdade, o regime europeu, alicerçado, hoje, pela Ordem hegemónica Ocidental fora desde o início do século XXI contestado pelo poder sinocrático que visa uma política de cooperação “win-win” baseada no benefício mútuo e na não-intervenção. A partir da investigação realizada conclui que múltiplos líderes africanos consideram a abordagem chinesa como acolhedora, não possuindo a condicionalidade europeia, mas sim, uma força e um plano económico vantajoso para o continente. |
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| Autores principais: | Assunção, Martim Alexandre de Sá Pinheiro de |
| Assunto: | África China Distribuição do Poder União Europeia |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | A investigação aqui apresentada resulta da análise à distribuição do poder entre a União Europeia (UE) e a China, em África, mais concretamente a uma avaliação das ações realizadas de 2001 a 2019, por estes dois atores. O continente africano foi, ao longo dos últimos séculos, palco de ingerência externa, sobretudo por parte dos europeus. Mas a longa presença europeia em África foi sendo contestada pela China, nos últimos anos. Mas esta intervenção externa continua a acomodar, também, interesses por parte dos intervenientes. De que forma a UE e a China tem procurado salvaguardar os seus interesses no continente africano? Esta investigação procura avaliar a ação destes dois atores no continente africano e a atual distribuição do poder entre ambos. Na verdade, o regime europeu, alicerçado, hoje, pela Ordem hegemónica Ocidental fora desde o início do século XXI contestado pelo poder sinocrático que visa uma política de cooperação “win-win” baseada no benefício mútuo e na não-intervenção. A partir da investigação realizada conclui que múltiplos líderes africanos consideram a abordagem chinesa como acolhedora, não possuindo a condicionalidade europeia, mas sim, uma força e um plano económico vantajoso para o continente. |
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