Publicação
Preditores do Burnout – Análise da Autoeficácia Ocupacional e Indicadores de Saúde Mental
| Resumo: | O presente estudo tem como principal objetivo analisar se existe algum tipo de correlação e efeito preditivo da autoeficácia ocupacional e de indicadores de saúde mental, nomeadamente, a ansiedade e a depressão, no Burnout. Neste estudo, foram aplicados o Questionário Sociodemográfico, o Brief Symptom Inventory – 18, o Burnout Assessment Tool e o Occupational Self-Efficacy Scale. Participaram, na amostra geral, 1667 indivíduos entre os 18 e os 74 anos. Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo, comparativo e transversal. Os principais resultados obtidos por meio de análises de diferença, possibilitam constatar que o burnout varia em função de algumas características sociodemográficas, nomeadamente: do género, do estado marital, das habilitações académicas, do exercício de trabalho por turnos, do estatuto socioeconómico, da situação ocupacional, do setor de atividade e da dimensão da organização. Através dos testes de associação foi possível verificar que existe uma correlação negativa entre a idade e o burnout, como também entre a carga horária e o burnout. Adicionalmente, os resultados obtidos, tanto com os testes de associação como com os modelos de equações estruturais, demonstraram que a baixa autoeficácia ocupacional e os indicadores de saúde (ansiedade e depressão) predizem significativamente o burnout. O aprofundamento do conhecimento, teórico e empírico, sobre preditores do burnout constitui um domínio central para uma intervenção preventiva da Psicologia nos aspetos preditivos, tanto ao nível psicológico, físico, social e organizacional, que permitem o evitamento ou redução da síndrome de burnout e suas consequências e implicações. |
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| Autores principais: | Caseiro, Carolina Filipa Leal |
| Assunto: | Ansiedade Autoeficácia Ocupacional Burnout Depressão Preditores de Burnout |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | O presente estudo tem como principal objetivo analisar se existe algum tipo de correlação e efeito preditivo da autoeficácia ocupacional e de indicadores de saúde mental, nomeadamente, a ansiedade e a depressão, no Burnout. Neste estudo, foram aplicados o Questionário Sociodemográfico, o Brief Symptom Inventory – 18, o Burnout Assessment Tool e o Occupational Self-Efficacy Scale. Participaram, na amostra geral, 1667 indivíduos entre os 18 e os 74 anos. Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo, comparativo e transversal. Os principais resultados obtidos por meio de análises de diferença, possibilitam constatar que o burnout varia em função de algumas características sociodemográficas, nomeadamente: do género, do estado marital, das habilitações académicas, do exercício de trabalho por turnos, do estatuto socioeconómico, da situação ocupacional, do setor de atividade e da dimensão da organização. Através dos testes de associação foi possível verificar que existe uma correlação negativa entre a idade e o burnout, como também entre a carga horária e o burnout. Adicionalmente, os resultados obtidos, tanto com os testes de associação como com os modelos de equações estruturais, demonstraram que a baixa autoeficácia ocupacional e os indicadores de saúde (ansiedade e depressão) predizem significativamente o burnout. O aprofundamento do conhecimento, teórico e empírico, sobre preditores do burnout constitui um domínio central para uma intervenção preventiva da Psicologia nos aspetos preditivos, tanto ao nível psicológico, físico, social e organizacional, que permitem o evitamento ou redução da síndrome de burnout e suas consequências e implicações. |
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