Publicação
O ensino da escrita, no 2º ano de escolaridade, e a interacção pedagógica entre professor cooperante e alunos estagiários
| Resumo: | Na actual sociedade de informação, o domínio da escrita considera-se uma questão de cidadania, por isso, a capacidade de produzir textos escritos é, hoje, uma exigência generalizada. A massividade do acesso à escola reforça, cada vez mais, a necessidade dos cidadãos demonstrarem capacidades de escrita num leque alargado de géneros. Neste âmbito, cabe à escola formar alunos capazes de criar documentos que lhes dêem acesso às múltiplas funções que a escrita desempenha na sociedade e ao professor do 1º Ciclo, apela a sociedade que assuma a responsabilidade de levar, a bom termo, a aquisição da língua escrita pela criança. O domínio da escrita tem na escola uma etapa fundamental no desenvolvimento das capacidades literárias das crianças. No entanto, esta, não pode limitar-se a ser transmissora de saberes neste domínio, devendo, pelo contrário, ser capaz de gerar verdadeiras situações de ensino e reflexão sobre os escritos. Assim, o trabalho com a escrita tem que ter sentido e ser orientado por pressupostos teóricos e metodológicos específicos. Neste trabalho, procura-se compreender e reflectir a formação de professores visando a aprendizagem e desenvolvimento da escrita, por alunos do 2º ano de escolaridade, realizadas em interacção da Prática Pedagógica Supervisionada das alunas do 2º Ciclo de Ensino Superior – Mestrado em Formação de Educadores de Infância e 1º Ciclo do Ensino Básico. Em suma, este estudo de caso assume como grande finalidade o facto de se poder constituir como um instrumento de reflexão sobre o trabalho docente com a língua escrita. Surge, assim, numa dinâmica reflexiva, em prol da formação de professores, numa abordagem da prática pedagógica, com vista à literacia escolar, nos primeiros anos do ensino básico. |
|---|---|
| Autores principais: | Amaro, Maria da Conceição Coelho Oliveira |
| Assunto: | Prática pedagógica Formação de professores |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | Na actual sociedade de informação, o domínio da escrita considera-se uma questão de cidadania, por isso, a capacidade de produzir textos escritos é, hoje, uma exigência generalizada. A massividade do acesso à escola reforça, cada vez mais, a necessidade dos cidadãos demonstrarem capacidades de escrita num leque alargado de géneros. Neste âmbito, cabe à escola formar alunos capazes de criar documentos que lhes dêem acesso às múltiplas funções que a escrita desempenha na sociedade e ao professor do 1º Ciclo, apela a sociedade que assuma a responsabilidade de levar, a bom termo, a aquisição da língua escrita pela criança. O domínio da escrita tem na escola uma etapa fundamental no desenvolvimento das capacidades literárias das crianças. No entanto, esta, não pode limitar-se a ser transmissora de saberes neste domínio, devendo, pelo contrário, ser capaz de gerar verdadeiras situações de ensino e reflexão sobre os escritos. Assim, o trabalho com a escrita tem que ter sentido e ser orientado por pressupostos teóricos e metodológicos específicos. Neste trabalho, procura-se compreender e reflectir a formação de professores visando a aprendizagem e desenvolvimento da escrita, por alunos do 2º ano de escolaridade, realizadas em interacção da Prática Pedagógica Supervisionada das alunas do 2º Ciclo de Ensino Superior – Mestrado em Formação de Educadores de Infância e 1º Ciclo do Ensino Básico. Em suma, este estudo de caso assume como grande finalidade o facto de se poder constituir como um instrumento de reflexão sobre o trabalho docente com a língua escrita. Surge, assim, numa dinâmica reflexiva, em prol da formação de professores, numa abordagem da prática pedagógica, com vista à literacia escolar, nos primeiros anos do ensino básico. |
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