Publicação
Desempenho de argamassas para reabilitação de revestimentos de fachadas desagregadas sob acções gelo-degelo
| Resumo: | O objectivo desta dissertação foi avaliar o comportamento das argamassas em climas frios, mais concretamente aos ciclos gelo/degelo. Foram preparados quatro séries de argamassas. Cada série é constituída por quatro argamassas com diferentes adições (cal hidratada, pó de vidro, cinza de lama calcinada e metacaulino). Todas as argamassas ensaiadas apresentam a mesma proporção em volume de materiais, ou seja 1:1:5. A primeira série sem qualquer outra modificação além da quantidade de água necessária para a consistência desejada é referida como série de controlo. Numa segunda série foi executada, se adicionando um introdutor de ar (Sika AER 5) com uma dosagem igual a 0,1% do peso do cimento, que equivale em massa a uma quantidade de 0,5g. A terceira série se constitui de argamassas, nas quais apenas se substituiu 25% do volume de agregados finos por grãos obtidos da reciclagem de poliestireno expandido (EPS). Na quarta série realizou-se a substituição dos mesmos 25% de agregados finos por resíduos de cortiça.(Cor). Procedeu-se à determinação das propriedades físicas e mecânicas destas argamassas com o objectivo de avaliar a influência das mesmas nas propriedades das argamassas no estado fresco e endurecido. Para as argamassas no estado fresco realizaram-se ensaios; consistência, massa volúmica, retenção de água e reologia, para o estado endurecido; resistências mecânicas flexão e compressão, massa volúmica, absorção de água por capilaridade, módulo de elasticidade dinâmico e resistência aos ciclos gelo/degelo de modo a avaliar o comportamento de argamassas em climas frios. Os resultados obtidos viabilizam a utilização dos resíduos estudados como componentes de argamassas de construção. Em geral, tendo em vista todos os ensaios efectuados podemos concluir, que o conjunto de argamassas estudadas, apresentam boas condições para serem empregues em revestimentos de fachadas sujeitas a condições específicas de baixas temperaturas. |
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| Autores principais: | Lourenço, Ricardo Gonçalo Marques |
| Assunto: | Argamassas Argamassas de revestimento Argamassas - Gelo - Degelo Argamassas - Resistência mecânica Argamassas - Materiais Argamassas - Climas frios |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | O objectivo desta dissertação foi avaliar o comportamento das argamassas em climas frios, mais concretamente aos ciclos gelo/degelo. Foram preparados quatro séries de argamassas. Cada série é constituída por quatro argamassas com diferentes adições (cal hidratada, pó de vidro, cinza de lama calcinada e metacaulino). Todas as argamassas ensaiadas apresentam a mesma proporção em volume de materiais, ou seja 1:1:5. A primeira série sem qualquer outra modificação além da quantidade de água necessária para a consistência desejada é referida como série de controlo. Numa segunda série foi executada, se adicionando um introdutor de ar (Sika AER 5) com uma dosagem igual a 0,1% do peso do cimento, que equivale em massa a uma quantidade de 0,5g. A terceira série se constitui de argamassas, nas quais apenas se substituiu 25% do volume de agregados finos por grãos obtidos da reciclagem de poliestireno expandido (EPS). Na quarta série realizou-se a substituição dos mesmos 25% de agregados finos por resíduos de cortiça.(Cor). Procedeu-se à determinação das propriedades físicas e mecânicas destas argamassas com o objectivo de avaliar a influência das mesmas nas propriedades das argamassas no estado fresco e endurecido. Para as argamassas no estado fresco realizaram-se ensaios; consistência, massa volúmica, retenção de água e reologia, para o estado endurecido; resistências mecânicas flexão e compressão, massa volúmica, absorção de água por capilaridade, módulo de elasticidade dinâmico e resistência aos ciclos gelo/degelo de modo a avaliar o comportamento de argamassas em climas frios. Os resultados obtidos viabilizam a utilização dos resíduos estudados como componentes de argamassas de construção. Em geral, tendo em vista todos os ensaios efectuados podemos concluir, que o conjunto de argamassas estudadas, apresentam boas condições para serem empregues em revestimentos de fachadas sujeitas a condições específicas de baixas temperaturas. |
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Atividades financiadas
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