Publicação
Métodos de Indução do Trabalho de Parto e a sua Eficácia: Uma revisão bibliográfica sobre estratégias farmacológicas e mecânicas
| Resumo: | A indução do trabalho de parto é uma prática comum em obstetrícia, sendo definida como o processo de estimular artificialmente o útero para desencadear o início do trabalho de parto, tendo em vista a preservação do bem-estar materno e/ou fetal. Os métodos podem ser classificados como farmacológicos, nomeadamente o uso de ocitocina, prostaglandinas (por exemplo dinoprostona) ou análogos das prostaglandinas (como é o caso do misoprostol) e não farmacológicos como o descolamento de membranas, amniotomia, cateteres de balão e dilatadores cervicais. Nesta revisão são apresentadas evidências sobre a eficácia de cada método, tendo em conta o tempo até ao parto, a taxa de sucesso, complicações maternas e neonatais, e impactos na experiência das grávidas. A avaliação indica que a escolha do método deve ser personalizada, levando em conta as considerações clínicas da grávida e as particularidades do colo uterino. Além disso, destaca-se a importância de uma monitorização cuidadosa para reduzir os riscos e melhorar os resultados. |
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| Autores principais: | Barata, Luís Miguel Pina Caetano Mendes |
| Assunto: | Cesariana Eficácia Indução do Trabalho de Parto Métodos Farmacológicos Métodos Não Farmacológicos Obstetrícia |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade da Beira Interior |
| Idioma: | português |
| Origem: | uBibliorum |
| Resumo: | A indução do trabalho de parto é uma prática comum em obstetrícia, sendo definida como o processo de estimular artificialmente o útero para desencadear o início do trabalho de parto, tendo em vista a preservação do bem-estar materno e/ou fetal. Os métodos podem ser classificados como farmacológicos, nomeadamente o uso de ocitocina, prostaglandinas (por exemplo dinoprostona) ou análogos das prostaglandinas (como é o caso do misoprostol) e não farmacológicos como o descolamento de membranas, amniotomia, cateteres de balão e dilatadores cervicais. Nesta revisão são apresentadas evidências sobre a eficácia de cada método, tendo em conta o tempo até ao parto, a taxa de sucesso, complicações maternas e neonatais, e impactos na experiência das grávidas. A avaliação indica que a escolha do método deve ser personalizada, levando em conta as considerações clínicas da grávida e as particularidades do colo uterino. Além disso, destaca-se a importância de uma monitorização cuidadosa para reduzir os riscos e melhorar os resultados. |
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