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Ruptura esplénica num jovem com Leucemia Linfoblástica Aguda

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apresentamos o caso de um doente do sexo masculino, 32 anos, com Leucemia Linfoblástica Aguda T (LLA T), que foi submetido a esplenectomia total de urgência devido a ruptura esplénica patológica. De acordo com a literatura, estão descritos cerca de 26 casos semelhantes. A ruptura esplénica patológica é um acontecimento raro e a sua fisiopatologia não está totalmente esclarecida. Há alguns factores de risco identificados na LLA, como o sexo masculino e a idade adulta. Por ser uma complicação grave, exige diagnóstico e tratamento céleres. A clínica é inespecífica, e a tomografia computorizada é o exame de eleição para o diagnóstico. A esplenectomia é o tratamento de escolha.
Autores principais:Bispo, Catarina Leite
Outros Autores:Schuh, Juliana; Silva, Madalena; Penedo, Jorge; Gualdino Silva, J. M.
Assunto:Leucemia Linfoblástica Aguda Ruptura esplénica Esplenectomia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Cirurgia
Idioma:português
Origem:Revista Portuguesa de Cirurgia
Descrição
Resumo:Apresentamos o caso de um doente do sexo masculino, 32 anos, com Leucemia Linfoblástica Aguda T (LLA T), que foi submetido a esplenectomia total de urgência devido a ruptura esplénica patológica. De acordo com a literatura, estão descritos cerca de 26 casos semelhantes. A ruptura esplénica patológica é um acontecimento raro e a sua fisiopatologia não está totalmente esclarecida. Há alguns factores de risco identificados na LLA, como o sexo masculino e a idade adulta. Por ser uma complicação grave, exige diagnóstico e tratamento céleres. A clínica é inespecífica, e a tomografia computorizada é o exame de eleição para o diagnóstico. A esplenectomia é o tratamento de escolha.

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