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Ensaio sobre o paradoxo da presença no teatro de animação: o duplo é uma iminência?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este ensaio discute o paradoxo da presença no teatro de animação, focalizado na dúbia relação entre a presença do corpo do ator-animador e a presença do corpo do boneco ou forma animada, levantando questões estéticas e de linguagem, que se evidenciam em formas híbridas. A abordagem enfatiza três perspetivas: a presença velada, relacionada à presença do ator-animador não visível pelo público; um ensaio empírico sobre o campo proximal entre corpo, máscara e boneco; e corpos híbridos, no que tangencia as relações de negociação, composição e ilusão entre os corpos humanos e bonecais.
Autores principais:Nunes Medeiros, Fábio Henrique
Assunto:Dossiê temático
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em colaboração com a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro (APCT).
Idioma:português
Origem:Revista Sinais de Cena
Descrição
Resumo:Este ensaio discute o paradoxo da presença no teatro de animação, focalizado na dúbia relação entre a presença do corpo do ator-animador e a presença do corpo do boneco ou forma animada, levantando questões estéticas e de linguagem, que se evidenciam em formas híbridas. A abordagem enfatiza três perspetivas: a presença velada, relacionada à presença do ator-animador não visível pelo público; um ensaio empírico sobre o campo proximal entre corpo, máscara e boneco; e corpos híbridos, no que tangencia as relações de negociação, composição e ilusão entre os corpos humanos e bonecais.

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