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A liderança inovadora na hotelaria algarvia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo resume uma investigação realizada para compreender o processo de inovação na hotelaria de qualidade através da acção dos chefes inovadores. Para o efeito, utilizando um instrumento construído a partir da teoria dos constructos pessoais de Kelly, inquiriram-se 519 empregados de 16 unidades hoteleiras do Algarve, de quatro e cinco estrelas, tendo sido igualmente construídos os mapas perceptivos de 24 chefes inovadores e 6 não inovadores, a partir da análise factorial de correspondências das entrevistas realizadas. Os resultados salientaram as diferenças entre a forma como as chefias inovadoras e não inovadoras são vistas pelos colaboradores e mostraram que a inovação tinha mais probabilidades de emergir nos departamentos de back office, onde as contribuições do cliente eram filtradas pelos colaboradores. Salientaram também que a inovação resulta dos processos interactivos, ou seja, dos processos de comunicação, formais e informais, de aumentar os conhecimentos e melhorar as relações chefia-colaborador, levando todos os actores a dar atenção aos pequenos detalhes e a investir nos processos reflexivos que permitem a melhoria contínua e a inovação.
Autores principais:Monteiro,Ileana
Outros Autores:Sousa,Fernando
Assunto:Líder Inovador Inovação na Hotelaria Interacção Simbólica Competências Decisionais Competências Relacionais
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Este artigo resume uma investigação realizada para compreender o processo de inovação na hotelaria de qualidade através da acção dos chefes inovadores. Para o efeito, utilizando um instrumento construído a partir da teoria dos constructos pessoais de Kelly, inquiriram-se 519 empregados de 16 unidades hoteleiras do Algarve, de quatro e cinco estrelas, tendo sido igualmente construídos os mapas perceptivos de 24 chefes inovadores e 6 não inovadores, a partir da análise factorial de correspondências das entrevistas realizadas. Os resultados salientaram as diferenças entre a forma como as chefias inovadoras e não inovadoras são vistas pelos colaboradores e mostraram que a inovação tinha mais probabilidades de emergir nos departamentos de back office, onde as contribuições do cliente eram filtradas pelos colaboradores. Salientaram também que a inovação resulta dos processos interactivos, ou seja, dos processos de comunicação, formais e informais, de aumentar os conhecimentos e melhorar as relações chefia-colaborador, levando todos os actores a dar atenção aos pequenos detalhes e a investir nos processos reflexivos que permitem a melhoria contínua e a inovação.

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