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Desafios de segurança no golfo da Guiné

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As questões de segurança no golfo da Guiné têm vindo a ganhar acuidade em função do aumento significativo de incidentes de pirataria, bunkering, narcotráfico, tráfico de pessoas, imigração e pesca ilegal. Portugal foi o primeiro não membro a assumir a presidência do Grupo de Amigos que, no âmbito do G7, segue as temáticas relativas à segurança marítima no golfo da Guiné (G7++FoGG). Durante a sua presidência em 2016 foi tentada a abordagem integral de segurança marítima (nas vertentes safety and security), a operacionalização dos centros regionais e inter-regionais de coordenação integrados na Arquitetura de Iaundé; a troca de informação entre instituições e mecanismos existentes; o estabelecimento de comités nacionais de segurança marítima e a otimização das valências de estruturas multilaterais sediadas em Lisboa (como a emsa – Agência Europeia de Segurança Marítima e o MAOC-N – Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcóticos).
Autores principais:Marques,Joaquim Ferreira
Assunto:G7++FoGG Portugal política externa golfo da Guiné
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:As questões de segurança no golfo da Guiné têm vindo a ganhar acuidade em função do aumento significativo de incidentes de pirataria, bunkering, narcotráfico, tráfico de pessoas, imigração e pesca ilegal. Portugal foi o primeiro não membro a assumir a presidência do Grupo de Amigos que, no âmbito do G7, segue as temáticas relativas à segurança marítima no golfo da Guiné (G7++FoGG). Durante a sua presidência em 2016 foi tentada a abordagem integral de segurança marítima (nas vertentes safety and security), a operacionalização dos centros regionais e inter-regionais de coordenação integrados na Arquitetura de Iaundé; a troca de informação entre instituições e mecanismos existentes; o estabelecimento de comités nacionais de segurança marítima e a otimização das valências de estruturas multilaterais sediadas em Lisboa (como a emsa – Agência Europeia de Segurança Marítima e o MAOC-N – Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcóticos).

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