Publicação

O impacto do Facebook na autoestima das mulheres imigrantes brasileiras

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:No atual cenário de evolução do consumo das redes sociais, há diversas pesquisas concentradas na investigação da relação entre redes sociais e autoestima, especialmente no que diz respeito ao Facebook. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo compreender o impacto da utilização excessiva do Facebook e seus efeitos na autoestima das mulheres imigrantes brasileiras que vivem em Portugal. Com uma amostra de 316 mulheres que responderam à pesquisa, investigamos a existência de correlações entre autoestima, intensidade e vício do Facebook, utilizando a Escala de Autoestima de Rosenberg (EAR), a Escala de Intensidade do Facebook (FBI) e a Escala de Dependência do Facebook (Bergen). Foi possível concluir que, na amostra utilizada, a baixa autoestima apresenta uma correlação positiva com a dependência do Facebook. As usuárias com autoestima mais baixa tendem a utilizar o Facebook com maior intensidade. Para além disso, foi ainda possível verificar que o tempo de residência em Portugal não influencia negativamente a autoestima.
Autores principais:Machado, Neuzilânia Oliveira dos Santos
Assunto:Vício no Facebook Autoestima Redes Sociais Imigração feminina Saúde mental
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Europeia e IPAM
Idioma:português
Origem:Universidade Europeia e IPAM
Descrição
Resumo:No atual cenário de evolução do consumo das redes sociais, há diversas pesquisas concentradas na investigação da relação entre redes sociais e autoestima, especialmente no que diz respeito ao Facebook. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo compreender o impacto da utilização excessiva do Facebook e seus efeitos na autoestima das mulheres imigrantes brasileiras que vivem em Portugal. Com uma amostra de 316 mulheres que responderam à pesquisa, investigamos a existência de correlações entre autoestima, intensidade e vício do Facebook, utilizando a Escala de Autoestima de Rosenberg (EAR), a Escala de Intensidade do Facebook (FBI) e a Escala de Dependência do Facebook (Bergen). Foi possível concluir que, na amostra utilizada, a baixa autoestima apresenta uma correlação positiva com a dependência do Facebook. As usuárias com autoestima mais baixa tendem a utilizar o Facebook com maior intensidade. Para além disso, foi ainda possível verificar que o tempo de residência em Portugal não influencia negativamente a autoestima.

Atividades financiadas

Não foram encontrados projetos financiados.