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Um espaço interior: para uma leitura fílmica da obra de António Reis e Margarida Cordeiro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação debruça-se sobre a obra de António Reis e Margarida Cordeiro, uma obra em quatro filmes: Jaime (assinado ainda apenas por Reis), Trás-os-Montes, Ana e Rosa de Areia. Reis e Cordeiro construíram uma linguagem cinematográfica própria, caracterizada por uma radical liberdade. O seu olhar transfigurador desenhou um caminho singularíssimo no cinema português e mundial, inigualável. Os seus quatro filmes foram considerados unanimemente pela crítica portuguesa e estrangeira como obras-primas. No entanto, e apesar deste reconhecimento crítico, da presença e prémios em festivais e da distribuição comercial em vários países, constrangimentos de distribuição e exibição, tornaram-nos à época quase “invisíveis” em Portugal e essa “invisibilidade” agravou-se com o passar dos anos, sendo hoje a sua cinematografia conhecida apenas por um grupo restrito de pessoas. Identificar através da leitura dos filmes e de outros elementos a singularidade, o programa e a originalidade que torna a obra de Reis e Cordeiro num caso único é o objectivo deste trabalho.
Autores principais:Fernandes, Marta Sofia Ribeiro
Assunto:António Reis Margarida Cordeiro Rosa de Areia Cinema Português
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Esta dissertação debruça-se sobre a obra de António Reis e Margarida Cordeiro, uma obra em quatro filmes: Jaime (assinado ainda apenas por Reis), Trás-os-Montes, Ana e Rosa de Areia. Reis e Cordeiro construíram uma linguagem cinematográfica própria, caracterizada por uma radical liberdade. O seu olhar transfigurador desenhou um caminho singularíssimo no cinema português e mundial, inigualável. Os seus quatro filmes foram considerados unanimemente pela crítica portuguesa e estrangeira como obras-primas. No entanto, e apesar deste reconhecimento crítico, da presença e prémios em festivais e da distribuição comercial em vários países, constrangimentos de distribuição e exibição, tornaram-nos à época quase “invisíveis” em Portugal e essa “invisibilidade” agravou-se com o passar dos anos, sendo hoje a sua cinematografia conhecida apenas por um grupo restrito de pessoas. Identificar através da leitura dos filmes e de outros elementos a singularidade, o programa e a originalidade que torna a obra de Reis e Cordeiro num caso único é o objectivo deste trabalho.

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