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Medicina, uma jornada de 24 horas? : stress e burnout em médicos : prevenção e tratamento
| Resumo: | RESUMO - Este artigo foca a problemática do stress e do burnout em médicos. Faz-se uma revisão sobre a importância e transcendência dos problemas de distress laboral nestes profissionais. Passa-se a uma clarificação dos conceitos de stress e, mais detalhadamente, do conceito de burnout. Sumariam-se os factores de stress na medicina e os de vulnerabilidade dos médicos, que se aliam, contribuindo para fazerem do médico um dos profissionais de maior risco para o distress laboral, com consequências graves para o próprio, para os utentes e para a comunidade. Salienta-se que, até agora, a norma tem sido a denegação destes problemas nos médicos, avolumando-se no silêncio o sofrimento emocional e os disfuncionamentos relativos ao burnout, muitas vezes com responsabilização da vítima. Justifica-se a necessidade de implementar com urgência e rigor programas específicos preventivos e curativos, neste âmbito, para médicos, de forma a proteger o profissional e dignificar a pessoa. Recomendam-se diversas linhas de intervenção com foco no próprio, no contexto laboral e na organização dos cuidados e serviços numa perspectiva de promoção da saúde. |
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| Autores principais: | Frasquilho, Maria Antónia |
| Assunto: | médicos stress burnout prevenção tratamento promoção da saúde doctors stress prevention treatment |
| Ano: | 2005 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | RESUMO - Este artigo foca a problemática do stress e do burnout em médicos. Faz-se uma revisão sobre a importância e transcendência dos problemas de distress laboral nestes profissionais. Passa-se a uma clarificação dos conceitos de stress e, mais detalhadamente, do conceito de burnout. Sumariam-se os factores de stress na medicina e os de vulnerabilidade dos médicos, que se aliam, contribuindo para fazerem do médico um dos profissionais de maior risco para o distress laboral, com consequências graves para o próprio, para os utentes e para a comunidade. Salienta-se que, até agora, a norma tem sido a denegação destes problemas nos médicos, avolumando-se no silêncio o sofrimento emocional e os disfuncionamentos relativos ao burnout, muitas vezes com responsabilização da vítima. Justifica-se a necessidade de implementar com urgência e rigor programas específicos preventivos e curativos, neste âmbito, para médicos, de forma a proteger o profissional e dignificar a pessoa. Recomendam-se diversas linhas de intervenção com foco no próprio, no contexto laboral e na organização dos cuidados e serviços numa perspectiva de promoção da saúde. |
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