Publicação
A educação para a (des)igualdade de género: o papel da educação na (re)produção dos estereótipos de género
| Resumo: | A presente investigação, enquadrada na área interdisciplinar dos Estudos sobre Mulheres, procura compreender de que forma é que a educação escolar (re)produz os estereótipos de género. A escola, como espaço de socialização, desempenha um papel importante na construção de identidades. Esta pode reger-se por valores emancipatórios e igualitários, promovendo nos alunos e alunas uma visão mais correta do que é ser homem e ser mulher, não limitando a visão que estes/as têm de si. Ou, como instância que faz parte da sociedade, a escola pode incorpora em si os estereótipos de género que nela estão inseridos, promovendo por vezes inconscientemente, uma visão sexista e estereotipada da realidade. Esta reprodução de estereótipos de género encontra-se nos programas, nos manuais, na linguagem e nas expetativas dos/as e nos/as alunos/as. Esta visão condiciona identidades, expetativas, formas de agir, comportamentos e valores sociais, promovendo uma visão sexista da realidade. A escola poderá ser um espaço privilegiado de mudança ou um espaço que repercuta as estereotipias de género, não rompendo com a visão normativa de género. |
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| Autores principais: | Carlos, Beatriz Nunes |
| Assunto: | Género Igualdade Educação Estereótipos de género Gender Gender Identity Gender Stereotypes Education |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | A presente investigação, enquadrada na área interdisciplinar dos Estudos sobre Mulheres, procura compreender de que forma é que a educação escolar (re)produz os estereótipos de género. A escola, como espaço de socialização, desempenha um papel importante na construção de identidades. Esta pode reger-se por valores emancipatórios e igualitários, promovendo nos alunos e alunas uma visão mais correta do que é ser homem e ser mulher, não limitando a visão que estes/as têm de si. Ou, como instância que faz parte da sociedade, a escola pode incorpora em si os estereótipos de género que nela estão inseridos, promovendo por vezes inconscientemente, uma visão sexista e estereotipada da realidade. Esta reprodução de estereótipos de género encontra-se nos programas, nos manuais, na linguagem e nas expetativas dos/as e nos/as alunos/as. Esta visão condiciona identidades, expetativas, formas de agir, comportamentos e valores sociais, promovendo uma visão sexista da realidade. A escola poderá ser um espaço privilegiado de mudança ou um espaço que repercuta as estereotipias de género, não rompendo com a visão normativa de género. |
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