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A História e a Testemunha de um Massacre como Estratégias e Temas Literários no Romance Gráfico Peterloo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente artigo analisa de que forma o uso da história como narrativa textual e ideológica se assume como uma estratégia e tema literários no romance gráfico realista Peterloo: Witnesses to a Massacre, publicado colectivamente em 2019 pelo historiador Robert Poole, autor do recente estudo Peterloo: The English Uprising (Oxford University Press), também baseado em 400 relatos de testemunhas coevas, e pelos artistas Eva Schlunke e Polyp. Analisamos a forma como o romance é constituído sobretudo por imagens ficcionadas a partir das fontes históricas coevas e por citações desses mesmos documentos que permitem ao leitor criar a ilusão de um contacto mais directo com o passado textualizado e imaginado através das ilustrações, que, por seu turno, funcionam também como narrativas autónomas e alternativas.
Autores principais:Puga, Rogério Miguel
Assunto:Ficition Peterloo Graphic novel History Romance gráfico histórico Cultura visual Textualização do passado Comics Massacre de Peterloo
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O presente artigo analisa de que forma o uso da história como narrativa textual e ideológica se assume como uma estratégia e tema literários no romance gráfico realista Peterloo: Witnesses to a Massacre, publicado colectivamente em 2019 pelo historiador Robert Poole, autor do recente estudo Peterloo: The English Uprising (Oxford University Press), também baseado em 400 relatos de testemunhas coevas, e pelos artistas Eva Schlunke e Polyp. Analisamos a forma como o romance é constituído sobretudo por imagens ficcionadas a partir das fontes históricas coevas e por citações desses mesmos documentos que permitem ao leitor criar a ilusão de um contacto mais directo com o passado textualizado e imaginado através das ilustrações, que, por seu turno, funcionam também como narrativas autónomas e alternativas.

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