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Camilo Castelo Branco e o haraquiri de Fialho de Almeida

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Por ocasião da trasladação de Eça de Queirós de Paris para Portugal, Fialho de Almeida escreveu um texto ácido e demolidor sobre o romancista, assinando pelo seu próprio punho o anátema que o tempo não perdoou e haveria de condenar o autor de Os Gatos às margens literárias e ao silêncio dos malditos. O haraquiri de Fialho na praça pública é um gesto simbólico cometido em defesa da honra de Camilo Castelo Branco que importa hoje lembrar, muito especialmente no ano em que se comemora o bicentenário do nascimento do romancista de Seide. Refletir sobre o contexto e os contornos desse gesto, cruzando relações ignoradas entre os escritores, é o objeto da análise que aqui propomos.
Autores principais:Mateus, Isabel Cristina
Assunto:Camilo Castelo Branco Haraquiri Fialho de Almeida Eça de Queirós Literatura Portuguesa Oitocentista Suicídio Humanidades::Línguas e Literaturas
Ano:2026
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Por ocasião da trasladação de Eça de Queirós de Paris para Portugal, Fialho de Almeida escreveu um texto ácido e demolidor sobre o romancista, assinando pelo seu próprio punho o anátema que o tempo não perdoou e haveria de condenar o autor de Os Gatos às margens literárias e ao silêncio dos malditos. O haraquiri de Fialho na praça pública é um gesto simbólico cometido em defesa da honra de Camilo Castelo Branco que importa hoje lembrar, muito especialmente no ano em que se comemora o bicentenário do nascimento do romancista de Seide. Refletir sobre o contexto e os contornos desse gesto, cruzando relações ignoradas entre os escritores, é o objeto da análise que aqui propomos.

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