Publicação

“Um país sem imagem é um país sem memória…” – Entrevista com Licinio Azevedo

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Licinio Azevedo é um autor incontornável na história do cinema moçambicano. Nascido em Porto Alegre no Brasil em 1951, este gaúcho, como ainda hoje se define, vive em Moçambique desde a segunda metade dos anos 70, onde realizou uma importante obra cinematográfica, constituída por alguns filmes de ficção, mas fortemente ancorada no documentário, um pouco à semelhança, nesse aspeto, do cinema moçambicano em geral (CONVENTS, 2011). Foi jornalista de formação e profissão até à sua chegada ao Instituto Nacional de Cinema moçambicano, onde procurou com a sua experiência e a sua capacidade de trabalho “contribuir para a revolução” e para a criação de uma “sociedade nova”, através do cinema. Em Moçambique, nos anos seguintes à independência, o cinema foi um instrumento ao serviço de uma mensagem ideológica e fortemente apoiado pelo aparelho estatal.
Autores principais:Pereira, Ana Cristina
Outros Autores:Cabecinhas, Rosa
Assunto:Cinema Imagem Moçambique Identidade Licinio Azevedo Ciências Sociais::Ciências da Comunicação
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Licinio Azevedo é um autor incontornável na história do cinema moçambicano. Nascido em Porto Alegre no Brasil em 1951, este gaúcho, como ainda hoje se define, vive em Moçambique desde a segunda metade dos anos 70, onde realizou uma importante obra cinematográfica, constituída por alguns filmes de ficção, mas fortemente ancorada no documentário, um pouco à semelhança, nesse aspeto, do cinema moçambicano em geral (CONVENTS, 2011). Foi jornalista de formação e profissão até à sua chegada ao Instituto Nacional de Cinema moçambicano, onde procurou com a sua experiência e a sua capacidade de trabalho “contribuir para a revolução” e para a criação de uma “sociedade nova”, através do cinema. Em Moçambique, nos anos seguintes à independência, o cinema foi um instrumento ao serviço de uma mensagem ideológica e fortemente apoiado pelo aparelho estatal.

Atividades financiadas

Não foram encontrados projetos financiados.