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O poder ao centro — um modo de ver moçambicano: conversa com Sol de Carvalho

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Bibliographic Details
Summary:[Excerto] Nascido em 1953 em Moçambique, Sol de Carvalho cresceu em Inhambane. Estudou cinema em Portugal entre 1972 a 1974. Na sequência do 25 de Abril, regressou a Moçambique para se juntar ao projeto independentista da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo). Depois da independência do país foi destacado como chefe do Serviço Nacional da Rádio Moçambique, onde permaneceu até ser transferido para a revista Tempo, em 1979. Em 1984, fez, como terceiro assistente, a primeira longa-metragem moçambicana coproduzida por Moçambique e a Jugoslávia e depois, segundo o próprio, 52 edições do jornal cinematográfico Kuxa Kanema. Foi um dos sócios fundadores da produtora Ébano, da qual se desligou posteriormente, para fundar a Promarte. É um dos autores mais profícuos e também mais premiados do cinema feito em Moçambique, e revela durante a conversa que aqui publicamos algumas das suas ambições e questões artísticas, a par de uma análise (auto)crítica do seu percurso e da circulação de poder no meio cinematográfico.
Main Authors:Pereira, Ana Cristina
Subject:Cinema em Moçambique Cinema anticolonial Sol de Carvalho Ciências Sociais::Ciências da Comunicação
Year:2022
Country:Portugal
Document type:book part
Access type:open access
Associated institution:Universidade do Minho
Language:Portuguese
Origin:RepositóriUM - Universidade do Minho
Description
Summary:[Excerto] Nascido em 1953 em Moçambique, Sol de Carvalho cresceu em Inhambane. Estudou cinema em Portugal entre 1972 a 1974. Na sequência do 25 de Abril, regressou a Moçambique para se juntar ao projeto independentista da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo). Depois da independência do país foi destacado como chefe do Serviço Nacional da Rádio Moçambique, onde permaneceu até ser transferido para a revista Tempo, em 1979. Em 1984, fez, como terceiro assistente, a primeira longa-metragem moçambicana coproduzida por Moçambique e a Jugoslávia e depois, segundo o próprio, 52 edições do jornal cinematográfico Kuxa Kanema. Foi um dos sócios fundadores da produtora Ébano, da qual se desligou posteriormente, para fundar a Promarte. É um dos autores mais profícuos e também mais premiados do cinema feito em Moçambique, e revela durante a conversa que aqui publicamos algumas das suas ambições e questões artísticas, a par de uma análise (auto)crítica do seu percurso e da circulação de poder no meio cinematográfico.

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