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Segurança cibernética no setor bancário: análise da regulamentação e práticas de proteção contra o cibercrime

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Resumo:O presente trabalho tem como tema a segurança cibernética em relação ao setor bancário. As entidades bancárias é uma das áreas sensíveis da sociedade relativamente às ameaças cibernéticas. O crescente desenvolvimento da tecnologia fez com que os indivíduos cada vez mais migrassem as suas atividades para o mundo virtual, com o aumento dos utilizadores ocorre o aumento das ameaças. É de extrema relevância compreender o funcionamento desse novo sistema dentro da sociedade, descobrir as vulnerabilidades e os agentes envolvidos. Não são poucas as regulamentações e normas voltadas ao setor bancário para minimizar os efeitos do cibercrime, assim como é importante ter conhecimento da Lei do Cibercrime, criada em Portugal a partir da Convenção de Budapeste, que ocorreu em 23 de Novembro de 2001, e que pune esses atos criminosos. A preocupação da União Europeia sobre o tema não é recente, e diversos organismos foram criados para o combate do cibercrime. Nesse estudo são analisados os ataques que mais afetam os bancos, quem são os agentes do crime, o que a Lei do Cibercrime apresenta de mais importante para esse tema e as medidas tomadas pela União Europeia e por Portugal para minimizar os riscos e combater os ataques.
Autores principais:Gottschefsky, Adele Gomes
Assunto:Cibercrime Segurança cibernética Setor bancário Vulnerabilidades Cybercrime CyberSecurity Banks sector Vulnerabilities Ciências Sociais::Direito
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente trabalho tem como tema a segurança cibernética em relação ao setor bancário. As entidades bancárias é uma das áreas sensíveis da sociedade relativamente às ameaças cibernéticas. O crescente desenvolvimento da tecnologia fez com que os indivíduos cada vez mais migrassem as suas atividades para o mundo virtual, com o aumento dos utilizadores ocorre o aumento das ameaças. É de extrema relevância compreender o funcionamento desse novo sistema dentro da sociedade, descobrir as vulnerabilidades e os agentes envolvidos. Não são poucas as regulamentações e normas voltadas ao setor bancário para minimizar os efeitos do cibercrime, assim como é importante ter conhecimento da Lei do Cibercrime, criada em Portugal a partir da Convenção de Budapeste, que ocorreu em 23 de Novembro de 2001, e que pune esses atos criminosos. A preocupação da União Europeia sobre o tema não é recente, e diversos organismos foram criados para o combate do cibercrime. Nesse estudo são analisados os ataques que mais afetam os bancos, quem são os agentes do crime, o que a Lei do Cibercrime apresenta de mais importante para esse tema e as medidas tomadas pela União Europeia e por Portugal para minimizar os riscos e combater os ataques.

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