Publicação
Ao lado do Caminho de Pedras: educações numa comunidade quilombola
| Resumo: | A presente pesquisa teve o objetivo primordial de analisar a participação da pessoa adulta na transmissão de conhecimento, crenças, valores e identidade por via não-escolar na comunidade quilombola do Abacatal, que está localizada no município de Ananindeua, no estado do Pará-Brasil. Devido a atenção voltada a novos contextos de educação, faz-se necessário problematizar a polissemia do termo Educação tão presente hoje do pensamento acadêmico e documentos supranacionais. Tendo presente a natureza da parte empírica da pesquisafoi dado maior realce a educação informal, que tem como um de seus fins reconhecer e reafirmar identidades. Se tratando de uma comunidade categoricamente assumida como afrodescendente, a discussão sobre identidade negra e brasileira também tiveram espaço nesse trabalho. Face a singularidade das comunidades quilombolas, um panorama histórico, político e identitário foi traçado, buscando fazer um apanhado geral dessas categorias ao longo da história brasileira que tem-se conhecimento, com o intuito maior de compreender qual a situação das comunidade quilombolas brasileiras hoje. Tendo em conta o objetivo geral, foi realizado um estudo de caso, que teve como fontes utilizadas: entrevistas, fotografias, observação direta participativa na referida comunidade no período de três meses, entre outros; onde foi analisada a importância do papel do adulto em situações cotidianas e a potencialidade desses conhecimentos geracionais. As hipóteses de trabalho, relativas ao papel do adulto e aos espaços de transmissão de conhecimentos, foram comprovadas depois de debatidos os dados de acordo com categorias analíticas e interpretativas congruentes. Deste modo, foi realçada a eficácia datradição oral seja através da gestão participativa, momentos religiosos, produtivos agrícolas e até mesmo do ambiente escolar clássico. |
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| Autores principais: | Pontes, Brena Camila Lobato |
| Assunto: | Adultos Educação não-escolar Comunidade quilombola Adults Non-school educaction "Quilombola" community |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A presente pesquisa teve o objetivo primordial de analisar a participação da pessoa adulta na transmissão de conhecimento, crenças, valores e identidade por via não-escolar na comunidade quilombola do Abacatal, que está localizada no município de Ananindeua, no estado do Pará-Brasil. Devido a atenção voltada a novos contextos de educação, faz-se necessário problematizar a polissemia do termo Educação tão presente hoje do pensamento acadêmico e documentos supranacionais. Tendo presente a natureza da parte empírica da pesquisafoi dado maior realce a educação informal, que tem como um de seus fins reconhecer e reafirmar identidades. Se tratando de uma comunidade categoricamente assumida como afrodescendente, a discussão sobre identidade negra e brasileira também tiveram espaço nesse trabalho. Face a singularidade das comunidades quilombolas, um panorama histórico, político e identitário foi traçado, buscando fazer um apanhado geral dessas categorias ao longo da história brasileira que tem-se conhecimento, com o intuito maior de compreender qual a situação das comunidade quilombolas brasileiras hoje. Tendo em conta o objetivo geral, foi realizado um estudo de caso, que teve como fontes utilizadas: entrevistas, fotografias, observação direta participativa na referida comunidade no período de três meses, entre outros; onde foi analisada a importância do papel do adulto em situações cotidianas e a potencialidade desses conhecimentos geracionais. As hipóteses de trabalho, relativas ao papel do adulto e aos espaços de transmissão de conhecimentos, foram comprovadas depois de debatidos os dados de acordo com categorias analíticas e interpretativas congruentes. Deste modo, foi realçada a eficácia datradição oral seja através da gestão participativa, momentos religiosos, produtivos agrícolas e até mesmo do ambiente escolar clássico. |
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