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O nascimento do cinema e essas coisas todas: conversa com Luís Carlos Patraquim

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] Luís Carlos Patraquim (1953) nasceu em Lourenço Marques, atual Maputo. É poeta, jornalista, dramaturgo e guionista. Fundou e coordenou a “Gazeta de Artes e Letras” da revista Tempo, entre 1984 e 1986. É como poeta que se tornou mais conhecido, tendo publicado, entre outras, obras como Monção (1980), A Inadiável Viagem (1985), Vinte e Tal Novas Formulações (1992), Lidemburgo Blues (1997), O Osso Côncavo e Outros Poemas (2005), Pneuma (2009) ou O Cão na Margem (2017). Também escreveu para teatro — Karingana, Vim-te Buscar, D’Abalada, Tremores Íntimos Anónimos, esta última com António Cabrita. Entrevistámo-lo na sua condição de cineasta — pessoa que faz/participa na produção de cinema. Luís Carlos Patraquim é o guionista mais querido e respeitado do cinema moçambicano e acompanhou a sua evolução desde o apogeu dos cineclubes, ainda em contexto colonial, até aos dias de hoje. Irreverente e delicado, conversar com Luís Carlos Patraquim ajuda-nos a dissolver dicotomias e a complexificar o mapa da nossa memória coletiva. Infelizmente, a crise sanitária provocada pela pandemia da COVID-19 obrigou-nos a realizar esta entrevista online.
Autores principais:Pereira, Ana Cristina
Outros Autores:Cabecinhas, Rosa; Khan, Sheila Pereira
Assunto:Cinema em Moçambique Cinema anticolonial Luís Carlos Patraquim Ciências Sociais::Ciências da Comunicação
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] Luís Carlos Patraquim (1953) nasceu em Lourenço Marques, atual Maputo. É poeta, jornalista, dramaturgo e guionista. Fundou e coordenou a “Gazeta de Artes e Letras” da revista Tempo, entre 1984 e 1986. É como poeta que se tornou mais conhecido, tendo publicado, entre outras, obras como Monção (1980), A Inadiável Viagem (1985), Vinte e Tal Novas Formulações (1992), Lidemburgo Blues (1997), O Osso Côncavo e Outros Poemas (2005), Pneuma (2009) ou O Cão na Margem (2017). Também escreveu para teatro — Karingana, Vim-te Buscar, D’Abalada, Tremores Íntimos Anónimos, esta última com António Cabrita. Entrevistámo-lo na sua condição de cineasta — pessoa que faz/participa na produção de cinema. Luís Carlos Patraquim é o guionista mais querido e respeitado do cinema moçambicano e acompanhou a sua evolução desde o apogeu dos cineclubes, ainda em contexto colonial, até aos dias de hoje. Irreverente e delicado, conversar com Luís Carlos Patraquim ajuda-nos a dissolver dicotomias e a complexificar o mapa da nossa memória coletiva. Infelizmente, a crise sanitária provocada pela pandemia da COVID-19 obrigou-nos a realizar esta entrevista online.

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