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Nkisi Soccer Dual Game e a conquista do império
| Resumo: | Por estes dias, a obra que nos saúda no átrio do Museu Nacional de Etnologia em Lisboa, logo no R/C, é uma escultura em mármore branco, de 2023, do pintor, escultor, ensaísta e investigador moçambicano Lívio de Morais (1945-). Intitulada Grito de Liberdade. Não vamos esquecer o Tempo que passou (título com inspiração numa das mais famosas canções revolucionárias de Moçambique), esta obra dá o mote para a exposição que vamos encontrar no 1º piso (Fig.1). Criado em 1965, o então Museu de Etnologia do Ultramar, e hoje Museu Nacional de Etnologia, resultou em muito da atividade do antropólogo Jorge Dias e da sua equipa de colaboradores, mais concretamente de uma campanha a Moçambique, desenvolvida no seio da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar (1958-1961). Saltando a exposição permanente O Museu, muitas coisas, subi rapidamente as escadas em direção à exposição temporária Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo em África: Mitos e Realidades. Organizada pelo Centro de |
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| Autores principais: | Sarmento, João Carlos Vicente |
| Assunto: | Passeio Cultura urbana Urban culture Lisboa Lisbon Etnologia Ethnology Descolonialismo Decolonialism Ciências Sociais::Ciências da Comunicação |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Por estes dias, a obra que nos saúda no átrio do Museu Nacional de Etnologia em Lisboa, logo no R/C, é uma escultura em mármore branco, de 2023, do pintor, escultor, ensaísta e investigador moçambicano Lívio de Morais (1945-). Intitulada Grito de Liberdade. Não vamos esquecer o Tempo que passou (título com inspiração numa das mais famosas canções revolucionárias de Moçambique), esta obra dá o mote para a exposição que vamos encontrar no 1º piso (Fig.1). Criado em 1965, o então Museu de Etnologia do Ultramar, e hoje Museu Nacional de Etnologia, resultou em muito da atividade do antropólogo Jorge Dias e da sua equipa de colaboradores, mais concretamente de uma campanha a Moçambique, desenvolvida no seio da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar (1958-1961). Saltando a exposição permanente O Museu, muitas coisas, subi rapidamente as escadas em direção à exposição temporária Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo em África: Mitos e Realidades. Organizada pelo Centro de |
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