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Novos avanços no processo de fabrico de espumas de céria para produção de hidrogénio pela via termoquímica solar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO: Este trabalho reporta um processo alternativo ao utilizado anteriormente para a produção de espumas de céria, pelo método de replicação de esponjas polimérica patenteado, em 1963, por Schwartzwalder e Somers. As referidas espumas destinam-se a servir de catalisadores à reação de separação da água pela via termoquímica solar. Esta via envolve um ciclo redox, em que a redução endotérmica da céria ocorre a T~1400ºC, em atmosfera de árgon, e a oxidação tem lugar a T~1000ºC, em presença de vapor de água. O aquecimento foi efetuado por radiação solar concentrada em fornos solares de 1,5 kW, concebidos para o efeito, disponíveis no Laboratório PROMES-CNRS (Odeillo, França). A adição de 5% PVA à suspensão permitiu evitar o colapso da estrutura celular durante a etapa de queima do substrato de PU, permitindo obter uma microestrutura mais porosa, que promoveu a formação de H2 pela via termoquímica solar. Ficou assim demonstrado que a microestrutura deste novo material teve um efeito benéfico na produção de H2, ou seja, estima-se que o H2 produzido por este material (CF5) seja cerca do dobro do anterior (CF), com base nos teores de CO e O2 registados.
Autores principais:Oliveira, Fernando Almeida Costa
Outros Autores:Mouquinho, Ana; Barreiros, M. Alexandra
Assunto:Hydrogen Water splitting Solar fuels Thermochemical cycle Materials Cerium
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P.
Idioma:português
Origem:Repositório do LNEG
Descrição
Resumo:RESUMO: Este trabalho reporta um processo alternativo ao utilizado anteriormente para a produção de espumas de céria, pelo método de replicação de esponjas polimérica patenteado, em 1963, por Schwartzwalder e Somers. As referidas espumas destinam-se a servir de catalisadores à reação de separação da água pela via termoquímica solar. Esta via envolve um ciclo redox, em que a redução endotérmica da céria ocorre a T~1400ºC, em atmosfera de árgon, e a oxidação tem lugar a T~1000ºC, em presença de vapor de água. O aquecimento foi efetuado por radiação solar concentrada em fornos solares de 1,5 kW, concebidos para o efeito, disponíveis no Laboratório PROMES-CNRS (Odeillo, França). A adição de 5% PVA à suspensão permitiu evitar o colapso da estrutura celular durante a etapa de queima do substrato de PU, permitindo obter uma microestrutura mais porosa, que promoveu a formação de H2 pela via termoquímica solar. Ficou assim demonstrado que a microestrutura deste novo material teve um efeito benéfico na produção de H2, ou seja, estima-se que o H2 produzido por este material (CF5) seja cerca do dobro do anterior (CF), com base nos teores de CO e O2 registados.

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