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Uma abordagem às isometrias através de um trilho matemático: um estudo no 6º ano de escolaridade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório foi desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada no curso de Mestrado em Ensino do 1º CEB e de Matemática e Ciências no 2º CEB. Encontra- se dividido em três partes: na primeira são enquadrados os contextos educativos nos quais decorreram as intervenções didáticas e é feita uma breve descrição do percurso realizado pelas diferentes áreas disciplinares; na segunda é apresentado o estudo realizado no 2.º CEB âmbito da Matemática; e, na última é apresentada uma reflexão final sobre todas as experiências que a Prática de Ensino Supervisionada proporcionou. O estudo que se apresenta na segunda parte foi realizado na área da Matemática, com uma turma do 6º ano de escolaridade, formada por 20 alunos. Pretendia-se compreender o contributo de um contexto educativo não formal como um trilho matemático para a aprendizagem das isometrias no 6º de escolaridade. Neste sentido, foram formuladas duas questões orientadoras: (1) Como se caracteriza o desempenho dos alunos na resolução de tarefas sobre isometrias num trilho matemático?; (2) Que atitudes evidenciam na realização de um trilho matemático? Optou-se por uma metodologia de investigação de natureza qualitativa num design de estudo caso. Assim, o estudo incidiu, de forma mais focada, em dois grupos-caso, criteriosamente selecionados. Os dados analisados foram recolhidos através de diferentes fontes, nomeadamente notas de campo, observações, registos escritos, fotografias, vídeos, entrevistas e questionários. A análise dos dados permitiu concluir que a realização do Trilho Matemático proporcionou a possibilidade de consolidar e aplicar os conhecimentos, no âmbito das isometrias, trabalhados nas aulas. Globalmente, quer a turma, quer os grupos caso evidenciaram um bom desempenho na resolução das tarefas. Apesar disso, os alunos mostraram dificuldades em conseguir compreender alguns enunciados, em identificar a utilidade de algumas isometrias e descrever/caracterizar as isometrias. Quanto ao trabalho de grupo, os alunos colaboram, desenvolvendo assim a entreajuda e o espírito crítico. Ao nível das atitudes, de uma forma geral, perceberam aspetos de utilidade de matemática, mostraram motivação e interesse na resolução das tarefas e autoconfiança. Destaca-se, no entanto, uma situação de insegurança e nervosismo, mas que foi gradualmente ultrapassado pelo trabalho colaborativo.
Autores principais:Soares, Diana da Rocha
Assunto:Geometria Isometrias Trilho matemático Desempenho Atitudes Isometries Math trail Performance Attitudes
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Idioma:português
Origem:Repositório Científico IPVC
Descrição
Resumo:Este relatório foi desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada no curso de Mestrado em Ensino do 1º CEB e de Matemática e Ciências no 2º CEB. Encontra- se dividido em três partes: na primeira são enquadrados os contextos educativos nos quais decorreram as intervenções didáticas e é feita uma breve descrição do percurso realizado pelas diferentes áreas disciplinares; na segunda é apresentado o estudo realizado no 2.º CEB âmbito da Matemática; e, na última é apresentada uma reflexão final sobre todas as experiências que a Prática de Ensino Supervisionada proporcionou. O estudo que se apresenta na segunda parte foi realizado na área da Matemática, com uma turma do 6º ano de escolaridade, formada por 20 alunos. Pretendia-se compreender o contributo de um contexto educativo não formal como um trilho matemático para a aprendizagem das isometrias no 6º de escolaridade. Neste sentido, foram formuladas duas questões orientadoras: (1) Como se caracteriza o desempenho dos alunos na resolução de tarefas sobre isometrias num trilho matemático?; (2) Que atitudes evidenciam na realização de um trilho matemático? Optou-se por uma metodologia de investigação de natureza qualitativa num design de estudo caso. Assim, o estudo incidiu, de forma mais focada, em dois grupos-caso, criteriosamente selecionados. Os dados analisados foram recolhidos através de diferentes fontes, nomeadamente notas de campo, observações, registos escritos, fotografias, vídeos, entrevistas e questionários. A análise dos dados permitiu concluir que a realização do Trilho Matemático proporcionou a possibilidade de consolidar e aplicar os conhecimentos, no âmbito das isometrias, trabalhados nas aulas. Globalmente, quer a turma, quer os grupos caso evidenciaram um bom desempenho na resolução das tarefas. Apesar disso, os alunos mostraram dificuldades em conseguir compreender alguns enunciados, em identificar a utilidade de algumas isometrias e descrever/caracterizar as isometrias. Quanto ao trabalho de grupo, os alunos colaboram, desenvolvendo assim a entreajuda e o espírito crítico. Ao nível das atitudes, de uma forma geral, perceberam aspetos de utilidade de matemática, mostraram motivação e interesse na resolução das tarefas e autoconfiança. Destaca-se, no entanto, uma situação de insegurança e nervosismo, mas que foi gradualmente ultrapassado pelo trabalho colaborativo.

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