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Caixas de cartões em atividade não estruturada com infantes: estudo exploratório

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Detalhes bibliográficos
Resumo:comportamentos autorregulados. O modelo de peças soltas baseia-se na introdução de materiais móveis afuncionais em espaços infantis, sem a direção de um adulto. Estudos no pré-escolar revelaram suas potencialidades, porém não foram encontrados estudos com bebés. Oito bebés (11,5±1,32 meses de idade, 7 não andantes) tiveram livre acesso a 12 caixas de cartão de cores diferentes com dimensões agarráveis, 6 com conteúdo para produzir som, e 1 caixa grande móvel e escalável; e, foram filmadas todas juntas, na creche, por 18 minutos. As categorias de comportamentos motores e lúdicos foram validadas por especialistas. Os bebés gastaram ≈70% do tempo parados ou em deslocamentos sem contato com caixas; mas, todos interagiram com as caixas, em ações motoras finas e grossas, com uma frequência média de 9,9(±4,8) comportamentos diferentes por criança. Três crianças estabeleceram uma interação, a pares, sequencial, em torno da exploração de 1 caixa pequena e 1 grande. As caixas de cartão permitiram brincar exploratório e físico autónomo, através de motricidade fina e grossa, com alguma interação não-verbal positiva e negativa, e brincar paralelo. Comportamentos aparentemente passivos podem ter um papel importante no brincar. Há potencialidades (socio)motoras no modelo de peças soltas com bebés, em atividade não estruturada de grupo alargado, com apenas caixas de cartão.
Autores principais:Serrão-Arrais, Ana
Outros Autores:Catela, David; Luís, Helena; Santana, T.; Domingos, B.
Assunto:atividade motora materiais soltos (loose parts) atividade não estruturada caixas de cartão berçário loose parts unstructured activities motricity play nursery.
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Santarém
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém
Descrição
Resumo:comportamentos autorregulados. O modelo de peças soltas baseia-se na introdução de materiais móveis afuncionais em espaços infantis, sem a direção de um adulto. Estudos no pré-escolar revelaram suas potencialidades, porém não foram encontrados estudos com bebés. Oito bebés (11,5±1,32 meses de idade, 7 não andantes) tiveram livre acesso a 12 caixas de cartão de cores diferentes com dimensões agarráveis, 6 com conteúdo para produzir som, e 1 caixa grande móvel e escalável; e, foram filmadas todas juntas, na creche, por 18 minutos. As categorias de comportamentos motores e lúdicos foram validadas por especialistas. Os bebés gastaram ≈70% do tempo parados ou em deslocamentos sem contato com caixas; mas, todos interagiram com as caixas, em ações motoras finas e grossas, com uma frequência média de 9,9(±4,8) comportamentos diferentes por criança. Três crianças estabeleceram uma interação, a pares, sequencial, em torno da exploração de 1 caixa pequena e 1 grande. As caixas de cartão permitiram brincar exploratório e físico autónomo, através de motricidade fina e grossa, com alguma interação não-verbal positiva e negativa, e brincar paralelo. Comportamentos aparentemente passivos podem ter um papel importante no brincar. Há potencialidades (socio)motoras no modelo de peças soltas com bebés, em atividade não estruturada de grupo alargado, com apenas caixas de cartão.

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