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Avaliação das Boas Práticas de Universitários Brasileiros e Portugueses a partir do IBPEES

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo avalia as boas práticas realizadas por estudantes universitários de Portugal e do Brasil averiguando como tais práticas se diferenciam. Para avaliação das boas práticas escolares recorremos ao Inventário de Boas Práticas dos Estudantes no Ensino Superior (Chickering & Schlossberg, 1995; Pinheiro, 2007) e a uma amostra de 237 estudantes do ensino superior da Universidade Federal do Amazonas (Brasil) (65,8%) e da Escola Superior de Desporto de Rio Maior (Portugal) (34,2%), sendo 55,3% do sexo feminino e 44,7% do sexo masculino, e idade média de 23,08 + 5,57. Da análise dos dados apurados constatam-se diferenças entre os estilos de boas práticas nos grupos do Brasil e de Portugal em praticamente todas as dimensões que caracterizam o instrumento: trabalho cooperativo, aprendizagem activa, procura de feedback, optimização do tempo, manutenção de expectativas positivas, respeito pelas diferenças, e gestão de recursos (gestão do ambiente, desafios e oportunidades académicas e gestão dos recursos pessoais e sociais). Os dois grupos não se diferenciam significativamente quanto à interacção com os professores.
Autores principais:Gonzaga, Luís
Outros Autores:Mascarenhas, Suely; Pinheiro, Mª. Rosário
Assunto:Avaliação de boas práticas escolares Estudantes universitários Estudo transcultural
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Santarém
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém
Descrição
Resumo:Este estudo avalia as boas práticas realizadas por estudantes universitários de Portugal e do Brasil averiguando como tais práticas se diferenciam. Para avaliação das boas práticas escolares recorremos ao Inventário de Boas Práticas dos Estudantes no Ensino Superior (Chickering & Schlossberg, 1995; Pinheiro, 2007) e a uma amostra de 237 estudantes do ensino superior da Universidade Federal do Amazonas (Brasil) (65,8%) e da Escola Superior de Desporto de Rio Maior (Portugal) (34,2%), sendo 55,3% do sexo feminino e 44,7% do sexo masculino, e idade média de 23,08 + 5,57. Da análise dos dados apurados constatam-se diferenças entre os estilos de boas práticas nos grupos do Brasil e de Portugal em praticamente todas as dimensões que caracterizam o instrumento: trabalho cooperativo, aprendizagem activa, procura de feedback, optimização do tempo, manutenção de expectativas positivas, respeito pelas diferenças, e gestão de recursos (gestão do ambiente, desafios e oportunidades académicas e gestão dos recursos pessoais e sociais). Os dois grupos não se diferenciam significativamente quanto à interacção com os professores.

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