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As Variações para o trompete em fá de Joseph Kail e a Fantasia para la tromba de Augustín Millares

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O propósito deste ensaio é incentivar a pesquisa, estudo e interpretação de repertório para trompete solo escrito na primeira metade do século XIX. Este trabalho centra-se em duas obras escritas com um intervalo de tempo de duas décadas: as Variações de Josef kail, compostas em 1827, e a Fantasia de Agustín Millares, escrita em 1847. Espera-se que este ensaio e a interpretação das duas composições contribuam para que a obra destes dois músicos se torne um pouco mais conhecida e, ao mesmo tempo, promova a pesquisa, análise e performance de outras composições da mesma época que permanecem na obscuridade. Este ensaio incide sobre os desenvolvimentos na construção de trompetes no período clássico e que levaram ao trompete de válvulas – o início do trompete moderno; apresenta alguns dados biográficos de Josef Kail e Agustín Millares; faz uma análise formal de cada uma das obras; e fornece algumas informações sobre questões ligadas à performance.
Autores principais:Almeida, José Fernando Soares de
Assunto:Trompete de válvulas Josef Kail Agustín Millares Variações
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Politécnica de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico da Universidade Politécnica de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O propósito deste ensaio é incentivar a pesquisa, estudo e interpretação de repertório para trompete solo escrito na primeira metade do século XIX. Este trabalho centra-se em duas obras escritas com um intervalo de tempo de duas décadas: as Variações de Josef kail, compostas em 1827, e a Fantasia de Agustín Millares, escrita em 1847. Espera-se que este ensaio e a interpretação das duas composições contribuam para que a obra destes dois músicos se torne um pouco mais conhecida e, ao mesmo tempo, promova a pesquisa, análise e performance de outras composições da mesma época que permanecem na obscuridade. Este ensaio incide sobre os desenvolvimentos na construção de trompetes no período clássico e que levaram ao trompete de válvulas – o início do trompete moderno; apresenta alguns dados biográficos de Josef Kail e Agustín Millares; faz uma análise formal de cada uma das obras; e fornece algumas informações sobre questões ligadas à performance.

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