Publicação

MAD clarinet 2.1.: Sound travels

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo descreve a performance dum clarinete aumentado pela média-arte digital, assim como o seu desenho técnico e conceptual. MAD Clarinet 2.1. é uma viagem sonora e visual realizada através duma instalação performativa, que oferece ao público uma experiência sensorial conduzida por uma panóplia de sons (ir)reconhecíveis. A performance é realizada por um clarinetista, que, utilizando o seu instrumento tradicional, se posiciona fisicamente em posições pré́-definidas para assim interagir com a parte digital da instalação. Por sua vez, a componente digital, atua através dum conjunto de sensores de movimento e da captação sonora. Estes dois processos, para além de acionarem a parte sonora digital computacional que funciona em dueto com o instrumentista, e de acionarem também um aumento das possibilidades acústicas do clarinete, nomeadamente, delay e reverb, permitem que o som captado da performance sirva de parâmetro para a criação de arte visual generativa computacional, a qual se desenvolve em tempo real ao longo desta. Em suma, esta obra utiliza a ligação entre o instrumentista dum instrumento tradicional com a média-arte digital, numa extrapolação daquilo que seria expectável duma performance musical instrumental.
Autores principais:Travasso, Rui
Assunto:Clarinete Média-arte digital Música Performance
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Beja
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do IPBeja
Descrição
Resumo:Este artigo descreve a performance dum clarinete aumentado pela média-arte digital, assim como o seu desenho técnico e conceptual. MAD Clarinet 2.1. é uma viagem sonora e visual realizada através duma instalação performativa, que oferece ao público uma experiência sensorial conduzida por uma panóplia de sons (ir)reconhecíveis. A performance é realizada por um clarinetista, que, utilizando o seu instrumento tradicional, se posiciona fisicamente em posições pré́-definidas para assim interagir com a parte digital da instalação. Por sua vez, a componente digital, atua através dum conjunto de sensores de movimento e da captação sonora. Estes dois processos, para além de acionarem a parte sonora digital computacional que funciona em dueto com o instrumentista, e de acionarem também um aumento das possibilidades acústicas do clarinete, nomeadamente, delay e reverb, permitem que o som captado da performance sirva de parâmetro para a criação de arte visual generativa computacional, a qual se desenvolve em tempo real ao longo desta. Em suma, esta obra utiliza a ligação entre o instrumentista dum instrumento tradicional com a média-arte digital, numa extrapolação daquilo que seria expectável duma performance musical instrumental.

Atividades financiadas

Não foram encontrados projetos financiados.