Publicação
Corpo como consciência
| Resumo: | A prática fotográfica documenta e questiona a relação entre corpo e espaço, abordando auto-perceção, identidade corporal e fusão entre figura e ambiente. O projeto artístico “Corpo como Consciência” parte da intercorporalidade da teoria fenomenológica de Maurice Merleau-Ponty e o de intersubjetividade husserliana enquanto pista de arranque para uma abordagem poética onde se re-elabora a relação entre corpo, perceção e espaço tendo a fotografia como prática artística. Cruzando alguns conceitos que dão corpo ao livro “A poética do espaço” de Gaston Bachelard e a expressividade do corpo nas obras de Pina Bausch, propõe-se uma reflexão sobre a forma como o corpo interage com o mundo visível e invisível, questionando as fronteiras entre sujeito e espaço. A abordagem fotográfica de Augusto Alves da Silva, na representação da Companhia Nacional de Bailado (CNB), reforça essa conexão ao evidenciar o palco como elementos dinâmicos. A fotografia do “X” vermelho no palco, exemplifica esta interação e reforça a ideia de que o espaço não é um mero cenário, que molda e é moldado pelo movimento do corpo, essencial para a experiência sensorial e artística. Neste projeto artístico, a fotografia torna-se então um meio de investigação visual que traduz estados de consciência e experiências sensoriais, sendo também uma extensão de um poema original. Esta prática híbrida entre fotografia e poesia procura provocar no observador uma experiência sensorial e reflexiva, onde a imagem possa manter-se como um campo aberto para a interpretação. |
|---|---|
| Autores principais: | Rodrigues, Maria João Soares |
| Outros Autores: | Castro, Cristina; Baptista, Adriana; Marques da Silva, Olivia Maria |
| Assunto: | Fotografia Corpo e espaço Intercorporalidade Perceção sensorial Fenomenologia |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | póster em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto |
| Resumo: | A prática fotográfica documenta e questiona a relação entre corpo e espaço, abordando auto-perceção, identidade corporal e fusão entre figura e ambiente. O projeto artístico “Corpo como Consciência” parte da intercorporalidade da teoria fenomenológica de Maurice Merleau-Ponty e o de intersubjetividade husserliana enquanto pista de arranque para uma abordagem poética onde se re-elabora a relação entre corpo, perceção e espaço tendo a fotografia como prática artística. Cruzando alguns conceitos que dão corpo ao livro “A poética do espaço” de Gaston Bachelard e a expressividade do corpo nas obras de Pina Bausch, propõe-se uma reflexão sobre a forma como o corpo interage com o mundo visível e invisível, questionando as fronteiras entre sujeito e espaço. A abordagem fotográfica de Augusto Alves da Silva, na representação da Companhia Nacional de Bailado (CNB), reforça essa conexão ao evidenciar o palco como elementos dinâmicos. A fotografia do “X” vermelho no palco, exemplifica esta interação e reforça a ideia de que o espaço não é um mero cenário, que molda e é moldado pelo movimento do corpo, essencial para a experiência sensorial e artística. Neste projeto artístico, a fotografia torna-se então um meio de investigação visual que traduz estados de consciência e experiências sensoriais, sendo também uma extensão de um poema original. Esta prática híbrida entre fotografia e poesia procura provocar no observador uma experiência sensorial e reflexiva, onde a imagem possa manter-se como um campo aberto para a interpretação. |
|---|
Atividades financiadas
Não foram encontrados projetos financiados.