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Revisitar a modinha dos séculos XIX e XX: do fundo da Manizola a Villa-Lobos
| Summary: | O presente projeto tendo por base obras de dois compositores de modinhas do século XIX, José Francisco Édolo e José Francisco Acuña do cenário português, e dois do século XX, Heitor Villa-Lobos e Lorenzo Fernández do contexto brasileiro, revisita o ambiente artístico dos respetivos períodos e evidencia algumas diferenças estruturais de referencial técnico e de seu Modus operandi. Enquanto em Portugal, a partir da segunda metade do século XVIII, as modinhas se adequavam ao padrão de canção de câmara, sendo um produto que compunha os altos salões da nobreza portuguesa e da classe burguesa em ascensão, no Brasil, a modinha distancia-se dos padrões pré-estabelecidos pelos castrati na Capela Real do Rio de Janeiro no alvorecer do século XIX, apropriando-se na primeira metade do século XX, do ideal vanguardista promovendo as ideias do pensamento nacionalista. |
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| Main Authors: | Valverde, Erick de Castro |
| Subject: | Modinha Século XIX Século XX Nacionalismo 19th century 20th century Nacionalism |
| Year: | 2023 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Politécnico do Porto |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto |
| Summary: | O presente projeto tendo por base obras de dois compositores de modinhas do século XIX, José Francisco Édolo e José Francisco Acuña do cenário português, e dois do século XX, Heitor Villa-Lobos e Lorenzo Fernández do contexto brasileiro, revisita o ambiente artístico dos respetivos períodos e evidencia algumas diferenças estruturais de referencial técnico e de seu Modus operandi. Enquanto em Portugal, a partir da segunda metade do século XVIII, as modinhas se adequavam ao padrão de canção de câmara, sendo um produto que compunha os altos salões da nobreza portuguesa e da classe burguesa em ascensão, no Brasil, a modinha distancia-se dos padrões pré-estabelecidos pelos castrati na Capela Real do Rio de Janeiro no alvorecer do século XIX, apropriando-se na primeira metade do século XX, do ideal vanguardista promovendo as ideias do pensamento nacionalista. |
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