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A adoção do teletrabalho nas gerações Y e Z

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Summary:Com a pandemia de COVID-19, a implementação dos modelos de trabalho híbridos e remotos foi expandida, sendo agora essencial estudar a sua utilização e motivações das diferentes gerações. Este estudo visa analisar as preferências das Gerações Y e Z - as gerações mais presentes no mercado de trabalho atualmente - relativamente ao teletrabalho, centralizando o estudo em fatores sociais e profissionais, como decisivos para a satisfação com os modelos híbridos e remotos de trabalho. Foi utilizada a metodologia quantitativa, sendo os dados recolhidos através de questionário. Obteve-se uma amostra válida de 153 participantes. O questionário visou analisar a satisfação no trabalho, recorrendo à utilização de parte da escala de Paul Spector, (1985) Job Satisfaction Survey (JSS), a questões relativas ao modelo de trabalho actual e preferencial e a questões de variáveis sociodemográficas. Os resultados revelam que ambas as gerações - Millennials e Gen Z - manifestam maior satisfação no trabalho quando lhes é dada maior flexibilidade e a opção de modalidades de trabalho híbridos e remotos. Estes resultados sublinham a importância das organizações possibiltarem a flexibilidade para a satisfação no trabalho, independentemente da geração. Este estudo contribui para a literatura ao trazer uma análise comparativa das preferências de teletrabalho entre gerações, oferecendo dados concretos que orientam empresas a adaptar políticas de trabalho flexíveis para promover maior satisfação e retenção de colaboradores, num ambiente alinhado com as exigências modernas.
Main Authors:Reis, Inês Moreira Pinto dos
Subject:Geração Y Geração Z Satisfação no trabalho Teletrabalho Generation Y Generation Z Work satisfaction Teleworking
Year:2024
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Instituto Politécnico do Porto
Language:Portuguese
Origin:Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto
Description
Summary:Com a pandemia de COVID-19, a implementação dos modelos de trabalho híbridos e remotos foi expandida, sendo agora essencial estudar a sua utilização e motivações das diferentes gerações. Este estudo visa analisar as preferências das Gerações Y e Z - as gerações mais presentes no mercado de trabalho atualmente - relativamente ao teletrabalho, centralizando o estudo em fatores sociais e profissionais, como decisivos para a satisfação com os modelos híbridos e remotos de trabalho. Foi utilizada a metodologia quantitativa, sendo os dados recolhidos através de questionário. Obteve-se uma amostra válida de 153 participantes. O questionário visou analisar a satisfação no trabalho, recorrendo à utilização de parte da escala de Paul Spector, (1985) Job Satisfaction Survey (JSS), a questões relativas ao modelo de trabalho actual e preferencial e a questões de variáveis sociodemográficas. Os resultados revelam que ambas as gerações - Millennials e Gen Z - manifestam maior satisfação no trabalho quando lhes é dada maior flexibilidade e a opção de modalidades de trabalho híbridos e remotos. Estes resultados sublinham a importância das organizações possibiltarem a flexibilidade para a satisfação no trabalho, independentemente da geração. Este estudo contribui para a literatura ao trazer uma análise comparativa das preferências de teletrabalho entre gerações, oferecendo dados concretos que orientam empresas a adaptar políticas de trabalho flexíveis para promover maior satisfação e retenção de colaboradores, num ambiente alinhado com as exigências modernas.

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