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A gruta do Correio-Mor (Loures)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo, publicam-se, com carácter exaustivo e sistemático, os materiais pós-paleolíticos que ainda se mantinham inéditos da gruta do Correio-Mor (Loures). Infelizmente, as condições em que decorreram os trabalhos arqueológicos não favoreceram uma exploração metódica, com o registo rigoroso e adequado tanto da estratigrafia, como das associações artefactuais, com excepção do notável conjunto de ídolos de calcário, já anteriormente publicados (CARDOSO, 1995). Com efeito, boa parte das colheitas efectuaram-se nas terras de escorrência, resultantes do desmonte da galeria posta a descoberto pela frente da pedreira que em 1974 lavrava no local. Infelizmente, a exploração continuou, já depois de iniciados os trabalhos arqueológicos, sobretudo na ausência no local da equipa, o que levou à destruição completa da parte que ainda restava intacta da gruta.
Autores principais:Cardoso, João Luís
Outros Autores:Ferreira, Octávio da Veiga; Zbyszewski, Georges; Leitão, M.; North, C. T.; Norton, José; Berger, F.
Assunto:História Arqueologia Pré-história Solutrense Neolítico antigo Calcolítico Campaniforme Gruta Correio-Mor Loures Portugal
Ano:2003
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:Neste estudo, publicam-se, com carácter exaustivo e sistemático, os materiais pós-paleolíticos que ainda se mantinham inéditos da gruta do Correio-Mor (Loures). Infelizmente, as condições em que decorreram os trabalhos arqueológicos não favoreceram uma exploração metódica, com o registo rigoroso e adequado tanto da estratigrafia, como das associações artefactuais, com excepção do notável conjunto de ídolos de calcário, já anteriormente publicados (CARDOSO, 1995). Com efeito, boa parte das colheitas efectuaram-se nas terras de escorrência, resultantes do desmonte da galeria posta a descoberto pela frente da pedreira que em 1974 lavrava no local. Infelizmente, a exploração continuou, já depois de iniciados os trabalhos arqueológicos, sobretudo na ausência no local da equipa, o que levou à destruição completa da parte que ainda restava intacta da gruta.

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